sábado, outubro 31, 2026
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Cacau de Rondônia: Mileni explica rastreabilidade no RuralCast

Pesquisadora da UNIR explica origem das amêndoas, estudo de campo e exigências de mercado.

Cacau de Rondônia: imagem editorial com pesquisadora em ambiente de entrevista, microfone e frutos de cacau abertos sobre a mesa.
Composição editorial ilustrativa sobre o cacau de Rondônia, baseada na referência visual aprovada pelo editor; não é registro fotográfico da entrevista.

O cacau de Rondônia é tema de uma entrevista que aproxima a pesquisa universitária dos desafios vividos por produtores rurais. No RuralCast, a mestranda Mileni Cassimiro, do PPGAgro da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), explica como o estudo sobre a produção cacaueira pode contribuir para a discussão sobre origem, rastreabilidade e acesso a novos mercados.

Gravado no AgroHub da UNIR, em Cacoal, o episódio do RuralCast, do Grupo Amazun, é apresentado pelo professor Charles Carminati, na cobertura do Agro&Cont 2026, com programação nos dias 30 e 31 de outubro. A entrevista trata da coleta de dados, da importância da Indicação Geográfica, da agricultura familiar e das oportunidades da pesquisa científica no estado.

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▶ Assista ao RuralCast — entrevista completa

Mileni Cassimiro conversa com Charles Carminati sobre o futuro da produção de cacau. Duração aproximada: 23min56s.

Assista à entrevista completa no canal Olá Rondônia

Como surgiu a pesquisa do cacau de Rondônia

A investigação apresentada por Mileni Cassimiro começou na graduação, com análise de informações já disponíveis sobre a cacauicultura rondoniense. O trabalho despertou questões que ela agora pretende aprofundar no mestrado do PPGAgro, da Universidade Federal de Rondônia.

A etapa de pesquisa de campo procura conhecer os produtores mais de perto. Ao reunir informações de quem trabalha com o cultivo, a mestranda espera compreender obstáculos e oportunidades que nem sempre aparecem nas estatísticas estaduais.

▶ Assista: Do trabalho de conclusão ao projeto de mestrado

Trecho selecionado de 02:32 a 03:21 da entrevista.

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Dados primários e secundários ajudam a conhecer o cacau de Rondônia

Mileni explica a diferença entre consultar levantamentos já publicados e produzir dados novos. Dados secundários vêm de bases existentes, como as do IBGE; os primários podem ser obtidos em entrevistas e visitas aos estabelecimentos rurais.

O uso combinado desses métodos permite comparar números gerais com as condições relatadas por agricultores. Esse diálogo entre estatísticas e experiência de campo é parte central da pesquisa.

▶ Assista: Como a pesquisadora utiliza dados oficiais e informações de campo

Trecho selecionado de 04:18 a 05:41 da entrevista.

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Entrevistas com agricultores mostram a realidade das propriedades

O estudo não pretende olhar apenas para a quantidade produzida. A entrevistada defende que condições de infraestrutura, acesso à informação, organização e comercialização precisam ser consideradas quando se avalia o potencial do cacau de Rondônia.

Ao visitar as propriedades, a pesquisa pode identificar particularidades de cada região. As respostas dos produtores ajudam a direcionar perguntas e a formular recomendações futuras com base na realidade local.

▶ Assista: Por que a escuta dos produtores importa para a pesquisa

Trecho selecionado de 06:33 a 08:04 da entrevista.

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Indicação Geográfica reconhece a origem do cacau de Rondônia

Um dos destaques do RuralCast é a Indicação de Procedência “Rondônia” para cacau em amêndoas, registrada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em novembro de 2023. O reconhecimento abrange os 52 municípios do estado e estabelece uma identidade territorial para o produto.

Na entrevista, Mileni relaciona o reconhecimento à valorização da origem. O registro da Indicação Geográfica e a rastreabilidade dos lotes são instrumentos distintos: a primeira se refere à procedência reconhecida; a segunda documenta a trajetória das amêndoas.

▶ Assista: O papel da Indicação Geográfica na identidade do cacau

Trecho selecionado de 11:27 a 13:45 da entrevista.

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Rastreabilidade pode ampliar o acesso a mercados

Na cadeia do cacau de Rondônia, a rastreabilidade permite acompanhar a origem de um lote e registrar etapas da produção e da comercialização. No episódio, a pesquisadora explica por que a documentação vem ganhando importância para compradores que precisam conhecer melhor o produto e suas condições de produção.

Mercados internacionais podem exigir informações sobre origem e conformidade ambiental. Isso cria uma pauta de preparação para produtores, cooperativas e empresas de Rondônia, mas não significa que a pesquisa tenha criado um sistema comercial já implantado ou que haja exportações garantidas.

▶ Assista: Como a identificação dos lotes se relaciona aos mercados internacionais

Trecho selecionado de 15:30 a 19:18 da entrevista.

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Pesquisa acadêmica se aproxima da agricultura familiar

Na parte final, a conversa mostra como a linha de Agroambientes e Agricultura Familiar do PPGAgro conecta formação científica e desafios da produção regional. Mileni destaca a importância de pesquisas que dialoguem com a vida de quem está no campo.

A convidada também orienta futuros candidatos à pós-graduação: acompanhar o programa, estudar o edital e elaborar uma proposta adequada à linha de pesquisa. A orientação é geral, sem anúncio de processo seletivo aberto nesta entrevista.

▶ Assista: O mestrado na UNIR e as orientações para pesquisadores iniciantes

Trecho selecionado de 20:18 a 23:02 da entrevista.

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Fontes e episódio: RuralCast — entrevista com Mileni Cassimiro, Olá Rondônia; INPI — Indicações Geográficas; UNIR — PPGAgro; CRCRO — Agro&Cont. Minutagens conferidas na transcrição SRT enviada pelo Editor. Crédito do vídeo: RuralCast / Grupo Amazun / canal Olá Rondônia.