sexta-feira, julho 31, 2026
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Vida Plena mostra como hobbies ajudam no autocuidado

Convidados do Hospital de Amor explicam como jardinagem, música e dança podem criar tempo para si sem transformar o lazer em obrigação.

Hobbies fazem bem: participantes do Vida Plena conversam sobre autocuidado, criatividade e qualidade de vida
O programa Vida Plena reúne convidados para discutir como os hobbies podem contribuir para o bem-estar, a criatividade e o tempo dedicado a si.

Reservar tempo para uma atividade prazerosa pode ajudar a interromper a sobrecarga da rotina e recuperar o contato com interesses pessoais. Esse é o eixo do episódio em que hobbies fazem bem, tema discutido pelo programa Vida Plena em três blocos sobre autocuidado, criatividade e qualidade de vida.

Embora a conversa tenha alcance nacional, o assunto também se aproxima da realidade de moradores de Rondônia, onde trabalho, deslocamentos, responsabilidades familiares e uso constante de telas podem reduzir o tempo disponível para pausas conscientes. O episódio mostra por que hobbies fazem bem sem exigir alto desempenho, investimento elevado ou uma rotina rígida.

Participam do episódio a jornalista e consultora de marcas Fabula Correa; Marcos Duarte de Matos, médico radioterapeuta e coordenador de Radioterapia do Hospital de Amor; e Camila de Angelis Colli, médica anestesiologista. A conversa reúne experiências com jardinagem, hidroponia, bateria, balé, música, culinária e outras atividades realizadas fora das obrigações profissionais.

▶ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Conheça os convidados e veja como jardinagem, bateria e balé passaram a ocupar um espaço de cuidado pessoal na rotina.

Neste episódio, você vai ver:
• como um hobby pode ajudar a sair do piloto automático;
• por que prazer, disciplina e criatividade podem caminhar juntos;
• formas de começar sem transformar o lazer em nova obrigação.

Por que hobbies fazem bem à rotina

No primeiro bloco, Fabula Correa conta que começou a cuidar com mais atenção das plantas durante um período de sobrecarga. O contato com a terra, o silêncio e o afastamento temporário do celular ajudaram a criar uma pausa entre o trabalho digital e a vida pessoal. A hidroponia apareceu depois, como uma forma de levar plantas a ambientes pequenos e a pessoas que tinham receio de não saber cuidar delas.

Marcos Duarte de Matos relata que a bateria era um interesse desde a infância, mas só ganhou espaço de forma mais estruturada quando ele já era médico e fazia residência em radioterapia. A atividade musical passou a conviver com a jardinagem, que oferece uma experiência mais silenciosa. Os relatos ajudam a entender por que hobbies fazem bem mesmo quando não se transformam em profissão.

Camila de Angelis Colli fala sobre a relação com o balé clássico, iniciada ainda na infância. Depois de uma pausa prolongada, ela retomou as aulas já adulta. A dança aparece como atividade física, expressão artística e espaço de concentração. O episódio destaca que voltar a algo importante não exige repetir o desempenho de outra fase da vida.

Primeiro bloco
Três experiências de reconexão
Jardinagem para reduzir a exposição constante ao ambiente digital.
Bateria e música como realização de um interesse antigo.
Balé como disciplina, expressão e retorno a uma paixão da infância.

Prazer e disciplina podem caminhar juntos

O segundo bloco discute como atividades escolhidas por prazer podem renovar energia, criatividade e disposição para enfrentar períodos difíceis. Camila explica que o balé permite deixar temporariamente o papel profissional e entrar em outro ambiente, com outra roupa, outra linguagem e outro tipo de atenção. A disciplina continua presente, mas o objetivo principal não é competir.

Marcos relaciona a experiência de tocar em banda à necessidade de ouvir outras pessoas, respeitar limites e ajustar escolhas ao conjunto. A música exige coordenação e convivência, assim como o trabalho em uma equipe de radioterapia depende da participação de profissionais diferentes. Na prática, hobbies fazem bem também porque produzem aprendizados que retornam ao ambiente profissional.

Assista ao segundo bloco

O bloco mostra como dança, música, jardinagem e outras práticas ajudam a mudar o foco e reorganizar a rotina.

Hobbies fazem bem sem virar desempenho

No terceiro bloco, os convidados reforçam que uma atividade de lazer não precisa ser executada com perfeição. A cobrança por resultado pode afastar pessoas de instrumentos musicais, esportes, dança, culinária ou trabalhos manuais que poderiam continuar presentes apenas pelo prazer de fazer.

A conversa também aborda a dificuldade de quem acredita não ter tempo ou interesse para começar. A orientação é experimentar atividades, observar quais experiências produzem concentração ou descanso e aceitar que o processo pode ser imperfeito. Duas horas por semana, distribuídas de acordo com a rotina, já podem criar um espaço pessoal importante.

Assista ao terceiro bloco

A parte final fala sobre tempo para si, autoconhecimento, limites e maneiras de começar sem transformar o lazer em obrigação.

Como começar sem criar uma nova cobrança

O episódio sugere começar por algo simples e acessível: cuidar de uma planta, cozinhar, ler, desenhar, tocar um instrumento, dançar, nadar ou realizar trabalhos manuais. O ponto central é perceber se a atividade cria presença, prazer, descanso mental ou curiosidade. Quando respeitam os limites pessoais, hobbies fazem bem sem repetir o peso das obrigações.

Tempo para si
Quatro passos para experimentar
Escolha uma atividade que desperte curiosidade, não apenas uma tendência.
Comece com pouco tempo e observe como você se sente.
Aceite erros e evite comparar o seu processo com o de profissionais.
Ajuste a atividade à sua rotina, ao espaço disponível e às suas condições.

Ao longo dos três blocos, o Vida Plena mostra que hobbies fazem bem quando ajudam a pessoa a recuperar atenção, vínculos, criatividade e percepção dos próprios limites. Eles não substituem acompanhamento médico ou psicológico quando necessário, mas podem integrar uma rotina de bem-estar e autocuidado.

A mensagem final é que reservar tempo para si não representa abandono das responsabilidades. Pode ser justamente uma forma de retornar a elas com mais equilíbrio, concentração e disponibilidade para conviver com outras pessoas.