sábado, julho 11, 2026
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Julho Amarelo leva Rondônia a monitorar hepatite B na região Madeira-Mamoré

Ação da Agevisa-RO mira interrupções entre 2023 e 2026 e reforça SAE, CEPEM e unidades de referência.

Profissional de saúde orienta paciente adulto sobre tratamento da hepatite B em unidade pública de Rondônia
Imagem ilustrativa mostra orientação sobre acompanhamento de hepatite viral em unidade pública de saúde.

A Agevisa-RO está monitorando pacientes da região de saúde Madeira-Mamoré que interromperam ou pausaram o tratamento da hepatite B entre 2023 e 2026. A ação faz parte do Julho Amarelo 2026 e busca ajudar essas pessoas a retomar o acompanhamento na rede pública de saúde.

O tratamento da hepatite B exige continuidade. A infecção pode se tornar crônica e, sem acompanhamento adequado, aumentar o risco de complicações no fígado. A orientação é procurar ajuda sem medo, sem culpa e sem esperar o quadro piorar.

Neste artigo, você vai ver:

  • por que a continuidade do tratamento da hepatite B é importante;
  • quais municípios fazem parte da região Madeira-Mamoré;
  • como o Julho Amarelo reforça vacinação e busca ativa;
  • onde buscar ajuda para retomar o acompanhamento.

Agevisa-RO mapeia pausas no acompanhamento

A proposta da Agevisa-RO é identificar falhas que podem afastar o paciente do cuidado contínuo, como perda de consulta, dificuldade de deslocamento, mudança de endereço ou interrupção da retirada de medicação. O foco é orientar o retorno ao serviço, não culpar quem pausou o acompanhamento.

Na região Madeira-Mamoré, o tratamento da hepatite B envolve Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Nova Mamoré e Guajará-Mirim. O material da Agevisa-RO informa que essa região concentra cerca de 666.953 habitantes.

Madeira-Mamoré no foco

Municípios: Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Nova Mamoré e Guajará-Mirim.

Período: pausas ou interrupções registradas entre 2023 e 2026.

Encaminhamento: retorno a consultas, exames periódicos e medicação quando indicada.

Por que não pausar o cuidado

Quando o tratamento da hepatite B é pausado, a pessoa pode ficar sem exames de controle e sem avaliação sobre a necessidade de medicação. Isso dificulta o controle do vírus e a prevenção de danos ao fígado.

Segundo o Ministério da Saúde, a hepatite B pode se tornar crônica. Manter o tratamento da hepatite B ajuda no controle do vírus, mas não significa promessa de cura para todos os casos.

Julho Amarelo reforça vacinação e orientação

A campanha Julho Amarelo 2026 prevê ações estratégicas com oferta de vacinas e insumos, capacitação para Agentes Comunitários de Saúde, palestras com vacinação para Pessoas Privadas de Liberdade e webinário aberto ao público.

A coordenadora estadual das hepatites virais, Francilene Miranda, destaca a importância da sensibilização e da busca ativa. A proposta é localizar quem perdeu vínculo com a rede e orientar a retomada do tratamento da hepatite B.

CONTINUIDADE

Quando procurar a rede

Perdeu consulta, ficou sem buscar medicação, mudou de cidade ou parou exames? Procure orientação.

Mesmo sem sintomas, quem tem diagnóstico precisa manter acompanhamento profissional.

Como buscar ajuda na rede pública

Pessoas com diagnóstico de hepatite B, maiores de 18 anos, que interromperam o tratamento da hepatite B ou perderam consultas nos últimos anos devem procurar o SAE mais próximo, o CEPEM ou a unidade onde iniciaram o acompanhamento.

A orientação vale especialmente para moradores da Madeira-Mamoré. A região tem dinâmica de fronteira e mobilidade populacional, principalmente em municípios como Guajará-Mirim e Nova Mamoré, o que exige busca ativa e acolhimento.

BUSQUE ATENDIMENTO

Onde retomar o acompanhamento

1SAE mais próximo do município ou da região de referência.

2CEPEM, quando for a referência indicada ao paciente.

3Unidade de saúde onde o acompanhamento foi iniciado.

Prevenção também passa por vacina e testagem

As hepatites virais podem ser silenciosas. Por isso, vacina contra hepatite B, testagem e orientação na unidade de saúde são medidas importantes para prevenção e retomada do tratamento da hepatite B.

Não há, no material da Agevisa-RO, data, horário ou link específico para o webinário. Também não há número de pacientes que pausaram o cuidado. A informação central é de serviço: quem interrompeu o tratamento da hepatite B deve procurar a rede pública.