sábado, julho 11, 2026
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Vida Plena debate profissões do futuro e preparação para o mercado

Paulo Sérgio Jorge, Camila Geórgia de Moraes e Marcelo Monteiro de Barros analisam as mudanças nas carreiras.

Profissões do futuro em debate no programa Vida Plena
Vida Plena reúne representantes da FATEC, do SENAC e do setor empresarial para discutir formação e mercado de trabalho.

As profissões do futuro são o tema deste episódio do Vida Plena, que discute formação profissional, empregabilidade, tecnologia e comportamento em um mercado de trabalho que muda com rapidez. A conversa mostra que escolher entre curso técnico, tecnólogo ou graduação depende dos objetivos, do momento de vida e das oportunidades disponíveis em cada região.

Participam do programa Marcelo Monteiro de Barros, empresário e administrador de empresas; Prof. Dr. Paulo Sérgio Jorge, coordenador da FATEC Barretos; e Camila Geórgia de Moraes, gerente do SENAC Barretos. Os convidados analisam competências técnicas, atualização contínua, inteligência artificial, trabalho em equipe e os desafios de diferentes gerações dentro das empresas.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda as diferenças entre formação técnica, tecnólogo e graduação e veja o que as empresas observam além do diploma.

Como as profissões do futuro mudam a escolha da formação

O primeiro bloco explica que o curso técnico oferece preparação prática e pode acelerar a entrada no mercado. O tecnólogo também tem diploma de nível superior, com formação mais curta e direcionada, enquanto o bacharelado costuma reunir uma base mais ampla e duração maior. Nenhum caminho encerra os estudos: o profissional pode avançar para outras etapas conforme seus planos.

Na avaliação dos convidados, as profissões do futuro exigem conexão entre ensino e economia regional. Em Barretos, por exemplo, a formação em gestão hospitalar acompanha a força do setor de saúde. Essa aproximação ajuda instituições a preparar profissionais para demandas reais, sem transformar o diploma em garantia automática de contratação ou crescimento.

Diploma abre portas, mas comportamento sustenta a carreira

A formação continua importante porque comprova conhecimentos necessários para determinadas funções. No entanto, Marcelo destaca que habilidades, atitudes, maturidade emocional e comprometimento pesam na permanência dentro da empresa. Para acompanhar as profissões do futuro, o trabalhador precisa combinar capacidade técnica com disposição para aprender e colaborar.

O debate sobre profissões do futuro também reforça que empresários e lideranças devem se atualizar. Inteligência artificial, robótica e automação não afetam apenas quem procura emprego; elas mudam processos, modelos de negócio e decisões de gestão. A responsabilidade de estudar, testar ferramentas e compreender novas demandas é compartilhada por trabalhadores, gestores e instituições de ensino.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja como cursos de atualização, inteligência artificial e convivência entre gerações influenciam a vida profissional.

Atualização contínua aproxima profissionais da inovação

No segundo bloco, a discussão mostra que as profissões do futuro misturam conhecimentos antes separados. Uma pessoa formada em uma área pode buscar programação, análise de dados ou inteligência artificial para criar novos serviços. O exemplo debatido no programa ilustra como a formação complementar pode apoiar a reinvenção de uma carreira e até o desenvolvimento de uma startup.

O SENAC explica que seu portfólio acompanha demandas do comércio de bens, serviços e turismo, enquanto outras instituições observam setores específicos. A escuta do mercado ajuda a criar cursos mais úteis, mas a escolha também depende da rotina do aluno. Horários noturnos, bolsas e formações de curta duração ampliam as possibilidades para quem já trabalha.

Gerações diferentes podem aprender dentro da mesma sala

O programa destaca a presença de jovens, adultos e pessoas mais velhas nos cursos. Essa convivência favorece troca de experiências: alunos com facilidade tecnológica podem ajudar colegas, enquanto profissionais maduros compartilham disciplina, responsabilidade e vivência. Para as profissões do futuro, saber trabalhar em equipes diversas pode ser tão relevante quanto dominar uma ferramenta.

As profissões do futuro também trazem desafios. Empresas percebem diferenças de expectativas sobre carreira, liberdade, horários e crescimento. Em vez de transformar essas diferenças em conflito permanente, o debate propõe diálogo, critérios claros e desenvolvimento de habilidades socioemocionais. As instituições de ensino entram nesse processo ao combinar projetos práticos, conhecimentos, atitudes e valores.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Acompanhe o debate sobre home office, cultura empresarial, ensino presencial e qualidade de vida no trabalho.

Home office e cultura empresarial entram no debate

No terceiro bloco, os participantes apresentam visões sobre trabalho remoto e presencial. A discussão reconhece que algumas funções se adaptam ao home office, enquanto outras empresas valorizam a convivência para construir cultura, vínculos e trabalho em equipe. Não há uma resposta única: estrutura, liderança, atividade e capacidade de medir resultados influenciam cada decisão.

Quem se prepara para as profissões do futuro precisa compreender diferentes modelos de trabalho e desenvolver autonomia. Ao mesmo tempo, as empresas devem criar ambientes acolhedores, organizados e abertos à inovação. Cobrar desempenho sem oferecer condições adequadas enfraquece a relação entre lideranças e equipes.

Reinvenção profissional exige disciplina e responsabilidade

O episódio chama atenção para a gestão do tempo, especialmente em cursos a distância. A flexibilidade pode ajudar, mas exige organização para acompanhar aulas e atividades. Para uma primeira formação, o contato presencial pode oferecer rotina e apoio; em outras etapas, o ensino remoto pode funcionar bem quando o estudante já possui maturidade e método.

As profissões do futuro não dependem apenas de prever quais cargos existirão. O ponto central é construir capacidade de adaptação, pensamento crítico, competência técnica e responsabilidade. Jovens, profissionais experientes, empresários e educadores precisam participar dessa atualização, porque a transformação do mercado também exige ambientes mais humanos e melhor qualidade de vida.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.