Segundo a organização do QualiCafé e a Secretaria de Estado de Agricultura do Acre, a etapa de classificação de café em Vilhena receberá 100 gramas de cada amostra inscrita na edição de 2026. O material será encaminhado para o município rondoniense, onde um profissional da Idaron fará a classificação física dos grãos.
As amostras chegam codificadas. O procedimento impede que o avaliador físico identifique o nome do produtor ou o município de origem durante a análise, preservando a isonomia da etapa técnica. A informação atual sobre o envio para Rondônia vem da organização do concurso, e não de anúncio próprio da Idaron.
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Classificação de café em Vilhena será uma etapa física do concurso
Na classificação de café em Vilhena, o trabalho atribuído ao profissional da Idaron é a avaliação física. Essa etapa observa características do grão e não deve ser confundida com a prova de xícara, que considera atributos sensoriais da bebida.
A separação de 100 gramas por inscrição faz parte do procedimento informado pela organização. Como as amostras são identificadas por códigos, o avaliador recebe o material sem conhecer produtor ou município. O concurso é organizado no Acre; Vilhena funciona apenas como ponto técnico dessa fase de análise.
O que está confirmado

Composição editorial representa classificação física de amostras de café. A imagem não documenta o procedimento real do QualiCafé Acre 2026.
Avaliação sensorial será feita em etapa separada
A classificação de café em Vilhena não definirá sozinha o resultado do QualiCafé. Entre 15 e 18 de setembro, três profissionais certificados como Q Graders devem realizar a avaliação sensorial das amostras, considerando características como aroma, sabor, acidez, corpo e equilíbrio.
Dois dos três Q Graders anunciados pela organização são de Rondônia, mas essa participação não transfere o concurso para o estado. A edição de 2026 reúne 55 produtores inscritos de 12 municípios e mantém etapas técnicas conduzidas de forma separada.
Cooperação técnica entre Rondônia e Acre já ocorreu na cafeicultura
A presença da Idaron na classificação de café em Vilhena se conecta a uma cooperação anterior entre Rondônia e Acre. Em 2024, a agência rondoniense registrou oficina de classificação física de café robusta para técnicos acreanos, com repasse de métodos usados em concursos de qualidade.
Esse histórico mostra experiência técnica da agência na classificação física, mas não autoriza chamar Vilhena de laboratório oficial do café nem afirmar que uma unidade local seja credenciada especificamente para esse produto sem documento atual que comprove isso.
No caso atual, a classificação de café em Vilhena deve ser entendida como uma colaboração técnica dentro de um concurso acreano. A Idaron não organiza o QualiCafé e não escolhe sozinha o vencedor; a classificação física integra um processo que também inclui a análise sensorial em outra etapa.
Para o público de Rondônia, a novidade está no papel de Vilhena como ponto da avaliação física das amostras. A classificação de café em Vilhena evidencia uma conexão técnica entre cadeias produtivas amazônicas, sem transformar o município em sede do concurso ou da prova sensorial.
Assim, a classificação de café em Vilhena representa uma etapa técnica delimitada: análise física das amostras enviadas pelo Acre, sem substituir a avaliação sensorial e sem ampliar o papel institucional atribuído à Idaron.
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Fontes: Portal Acre — informações atribuídas à organização do QualiCafé/Seagri e Idaron — histórico de cooperação técnica com o Acre na classificação física de café.






























