
A safra de café de Rondônia em 2026 é estimada em 2,8763 milhões de sacas beneficiadas, ou 2,88 milhões no arredondamento editorial, segundo o 3º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume projetado é 24% maior que as 2,3202 milhões de sacas registradas em 2025.
O avanço combina aumento da área em produção e ganho de produtividade. O estado cultiva café conilon no levantamento, com 43.155 hectares em produção e rendimento médio estimado em 66,7 sacas por hectare.
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➜ Quanto a safra deve produzir
➜ Em que estágio está a colheita
Café de Rondônia chega a 2,88 milhões de sacas na estimativa
A projeção para o café de Rondônia subiu para 2,8763 milhões de sacas de conilon. Na comparação anual, a alta é de 24%, porque a safra de 2025 foi calculada em 2,3202 milhões de sacas.
O dado atual representa um novo estágio da estimativa. Em levantamentos anteriores, a expectativa estadual aparecia em torno de 2,7 milhões de sacas. A comparação correta agora é com o número oficial mais recente da Conab, sem transformar essa diferença em percentual de revisão.
Produção estimada: 2,8763 milhões de sacas. Alta anual: 24%. Tipo: conilon. Referência: 3º Levantamento da Safra de Café 2026 da Conab.
Produtividade cresce 17,1% e área aumenta 5,9%
A produtividade média do café de Rondônia é estimada em 66,7 sacas por hectare, contra 56,9 sacas por hectare em 2025. Isso representa avanço de 17,1% em um ano.
A área em produção também cresceu. No café de Rondônia, o levantamento aponta 43.155 hectares em 2026, diante de 40.762 hectares no ciclo anterior, uma ampliação de 5,9%.
Área em produção: 40.762 para 43.155 hectares. Produtividade: 56,9 para 66,7 sacas por hectare. Produção: 2,3202 para 2,8763 milhões de sacas.
Colheita do café de Rondônia chega a 98%
Até o fim de agosto, 98% das áreas em produção haviam sido colhidas. A Conab considera o ciclo praticamente encerrado, mas a produção de 2,8763 milhões de sacas continua apresentada como estimativa, e não como volume final já contabilizado.
As lavouras clonais tendem a antecipar o calendário. Segundo o boletim, a maior concentração da colheita ocorreu entre abril e maio, com a conclusão das atividades avançando ao longo de agosto.
98% das áreas estavam colhidas no fim de agosto. Por isso, o ciclo é tratado como praticamente encerrado, sem substituir a classificação de estimativa usada pela Conab.
Clima e tecnologia ajudam a explicar o avanço
Para a Conab, o resultado do café de Rondônia está ligado às condições climáticas favoráveis, especialmente à distribuição das chuvas, além da renovação de material genético e do uso de plantas clonais mais produtivas.
O boletim também cita manejo de nutrição, irrigação e sanidade, monitoramento técnico das lavouras e aperfeiçoamento das técnicas de poda. A produtividade ficou um pouco acima do levantamento anterior porque áreas mais tardias apresentaram resultados melhores.
A Conab aponta baixa incidência geral de pragas e doenças com impacto significativo. Broca-do-café e cochonilha da roseta aparecem como pontos de atenção, com manejo adotado para reduzir danos.
Conab relata boa qualidade dos grãos
A avaliação do café de Rondônia indica, em geral, boa qualidade e rendimento. O documento cita lotes com poucos defeitos, além de uniformidade e presença de grãos graúdos.
No cenário nacional, a Conab estima 67,6 milhões de sacas de café em 2026, alta de 19,6% frente ao ano anterior. Esse dado serve apenas como contexto: o desempenho brasileiro reúne diferentes estados e espécies e não deve ser atribuído isoladamente à produção rondoniense.
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Fonte e estágio da informação: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), 3º Levantamento da Safra de Café 2026, divulgado em 24 de setembro. A produção estadual permanece como estimativa da Conab, mesmo com 98% das áreas colhidas até o fim de agosto. Acesse a página oficial do levantamento e o boletim integral.






























