
Projetos socioculturais conduzem o episódio de 2 de agosto de 2026 do programa Acima de Tudo o Amor. Em quatro blocos, o Hospital de Amor apresenta iniciativas que aproximam humanização, atividade física, participação comunitária e preservação cultural.
Henrique Moraes Prata, diretor de Desenvolvimento Institucional e Parcerias Estratégicas do Hospital de Amor, explica a atuação do Instituto Sociocultural. O episódio também mostra o projeto Esporte + HA, uma mobilização coletiva de pintura de rua e o Festival da Cultura Tropeira.
Projetos socioculturais colocam humanização no centro do cuidado
No primeiro bloco, a apresentadora introduz o trabalho do Instituto Sociocultural do Hospital de Amor e conversa com Henrique Moraes Prata. Ele explica que existe uma dimensão do cuidado que ultrapassa o atendimento assistencial e inclui experiências ligadas à arte, à convivência e à qualidade de vida.
Segundo o programa, o Instituto Sociocultural atua desde 2008. Oficinas e atividades artísticas aparecem como instrumentos de humanização capazes de tornar a experiência de pacientes, familiares e acompanhantes mais acolhedora. Os projetos socioculturais são apresentados como complementares ao tratamento, e não como substitutos da assistência médica.
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Esporte e qualidade de vida entram na rotina do Hospital de Amor
No segundo bloco, o programa apresenta o coordenador conhecido como Juninho, identificado nas imagens do episódio como Gilmar Canesso Junior. A conversa destaca o papel das atividades físicas em uma rotina de bem-estar, prevenção e integração, com práticas de menor impacto e propostas acessíveis.
As cenas mostram exercícios coletivos e outras atividades corporais. O projeto é apresentado como uma iniciativa ligada ao Hospital de Amor que alcança diferentes públicos e reforça a convivência. Nesse bloco, os projetos socioculturais também aparecem associados ao movimento e à qualidade de vida.
O bloco mostra como movimento, prevenção e convivência aparecem nas ações do projeto Esporte + HA.
Pintura de rua leva arte e participação para além dos muros
O terceiro bloco amplia o olhar para ações realizadas fora dos espaços internos do hospital. A conversa recupera a tradição de pintar ruas em períodos de Copa do Mundo e mostra uma atividade coletiva que envolveu pacientes, familiares, acompanhantes, profissionais e pessoas da comunidade.
Segundo o relato apresentado no programa, uma rua próxima ao atendimento infantil e juvenil recebeu a pintura e a mobilização ganhou adesão. A atividade é apresentada como manifestação cultural e como forma de transformar temporariamente o espaço urbano em ambiente de encontro, pertencimento e participação.
O vídeo acompanha a mobilização coletiva e a participação de crianças, famílias, profissionais e comunidade.
Festival da Cultura Tropeira preserva memória e tradição de Barretos
No quarto bloco, Henrique Moraes Prata apresenta o Festival da Cultura Tropeira como uma das iniciativas ligadas ao resgate cultural. A conversa relaciona a história de Barretos, o desenvolvimento do Hospital de Amor e referências da pecuária e da tradição tropeira que marcam a identidade regional.
As imagens reúnem música, viola, coral, berrante, apresentações e outras manifestações populares. O festival aparece como ação de preservação da memória cultural e como forma de transmitir referências históricas a novas gerações. O episódio também relaciona esse resgate à expansão da instituição para outras regiões do país.
O bloco apresenta o Festival da Cultura Tropeira e manifestações ligadas à música, à memória e à tradição popular.
Humanização conecta os quatro blocos do episódio
Embora as iniciativas tenham formatos diferentes, o episódio reúne os quatro blocos pela ideia de cuidado ampliado. Arte, esporte, ocupação comunitária e memória cultural aparecem como formas de criar acolhimento, pertencimento e convivência em torno do Hospital de Amor.
Os projetos socioculturais mostrados pelo programa não substituem tratamento ou assistência médica. Eles são apresentados como uma camada complementar da experiência de pacientes, famílias, colaboradores e comunidades que mantêm relação com a instituição.
Fonte da notícia: programa Acima de Tudo o Amor, no canal do Hospital de Amor no YouTube.
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