quarta-feira, setembro 2, 2026
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Crédito, terra e ilegalidade entram em debate sobre a Amazônia em Porto Velho

Encontro será realizado em 10 de setembro no TJRO; sistema oficial informa limite de 200 participantes e inscrições abertas.

Desenvolvimento sustentável na Amazônia em debate em Porto Velho
Crédito, regularização, produção e bioeconomia estão entre os temas do encontro marcado para 10 de setembro.

Porto Velho recebe em 10 de setembro um encontro sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia que vai reunir crédito, regularização de terras, bioeconomia, mercado de carbono e segurança pública em quatro painéis. A programação começa às 8h, na sede do Tribunal de Justiça de Rondônia, com inscrições gratuitas e limite informado de 200 participantes.

O debate parte de problemas que se cruzam no território: acesso a financiamento, passivos ambientais, formalização da produção, crime organizado no campo e atuação dos órgãos públicos. A proposta é discutir como essas frentes podem reduzir vulnerabilidades e abrir caminhos econômicos sem transformar hipóteses em conclusões prontas.

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Crédito e terra entram no diagnóstico das vulnerabilidades

O primeiro painel coloca no mesmo debate exclusão creditícia, passivo ambiental, transferência de propriedades rurais, manejo florestal e mercado de carbono. A discussão sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia parte da ideia de que obstáculos econômicos, ambientais e fundiários podem ampliar vulnerabilidades exploradas por atividades ilegais, sem estabelecer uma relação automática de causa e efeito.

A regularização aparece como peça importante para dar previsibilidade ao produtor e ampliar o acesso a instrumentos formais de financiamento e organização econômica. No debate sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia, agronegócio sustentável e manejo florestal entram como partes de uma agenda que tenta conciliar produção, território e conservação.

Quatro eixos do encontro
Crédito e terra:  regularização, passivo ambiental e oportunidades econômicas.
Justiça:  crime organizado no campo e instrumentos jurídicos.
Segurança:  inteligência e integração dos órgãos.
Formalização:  crédito, bioeconomia, carbono e cooperativismo.

Crime organizado no campo entra no debate jurídico

O segundo painel leva a discussão para o enfrentamento da criminalidade organizada no campo e para os instrumentos jurídicos disponíveis. A Lei nº 15.358/2026, que instituiu o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil, entra como contexto para o debate, sem antecipar as interpretações que serão apresentadas pelos participantes.

Nesse ponto, a agenda de desenvolvimento sustentável na Amazônia se aproxima da proteção territorial e da segurança jurídica. O encontro pretende discutir riscos e respostas possíveis, mas não anuncia nova operação policial, força-tarefa ou medida já definida.

Produção rural e território em debate sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia
Produção rural, regularização e uso do território fazem parte dos temas do encontro em Porto Velho.

Segurança e órgãos ambientais discutem prevenção

A terceira parte da programação trata da articulação entre forças de segurança, órgãos ambientais e órgãos fundiários. O foco é entender como informação, fiscalização e inteligência estatal podem trabalhar de forma coordenada antes que vulnerabilidades do território sejam aproveitadas por redes ilegais.

A proposta não é anunciar uma ofensiva, mas discutir cooperação institucional. No eixo de desenvolvimento sustentável na Amazônia, a prevenção aparece ligada à capacidade do Estado de organizar dados, regularizar situações e responder a problemas que atravessam diferentes áreas ao mesmo tempo.

Bioeconomia e cooperativismo aparecem como caminhos de formalização

O quarto painel encerra a programação temática com uma pergunta: “Mais CNPJ, menos crime?”. A formulação será tratada como hipótese de debate. Não há conclusão antecipada de que abrir empresas ou formalizar atividades reduza, por si só, a criminalidade.

A conversa inclui crédito rural, mercado de carbono, bioeconomia, cooperativismo e organização dos produtores. Esses temas entram na discussão de desenvolvimento sustentável na Amazônia como alternativas para ampliar a participação na economia formal e criar oportunidades ligadas ao uso regular do território e dos recursos naturais.

O encontro também pretende transformar as discussões sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia em recomendações para possíveis ações e políticas públicas. Isso significa que as propostas ainda estarão em construção e não representam medidas já aprovadas.

Inscrição é gratuita e sistema informa limite de 200 participantes

O encontro sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia será realizado em 10 de setembro, com início às 8h, no auditório do edifício-sede do TJRO, em Porto Velho. O endereço é Avenida Desembargador Francisco César Soares Montenegro, antiga Rua José Camacho, nº 585, bairro Olaria.

Para participar
Data:  10 de setembro
Início:  8h
Local:  sede do TJRO, em Porto Velho
Limite:  200 participantes

As inscrições para o encontro sobre desenvolvimento sustentável na Amazônia estão abertas no sistema oficial. Para evitar perder o prazo, o formulário da Emeron indica inscrição até 9 de setembro. O limite de 200 participantes se refere à capacidade informada pelo sistema e não significa que ainda existam 200 vagas disponíveis.

A programação começa às 8h, mas não há horário final confirmado. O encontro reúne temas de desenvolvimento sustentável na Amazônia ligados à produção, regularização, segurança e atividade econômica, sem restringir a participação a um único setor profissional.

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Fonte: Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).