segunda-feira, agosto 17, 2026
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Vida Plena aborda adoção em especial de Dia dos Pais

Henrique Prata Filho reúne Jéssica Florêncio, Genilson Barbeiro e Fábio Trúcolo para falar de adoção e paternidade.

Vida Plena: Adoção em especial de Dia dos Pais 2026
Arte de capa do Vida Plena sobre adoção, com apresentador, convidados e registros familiares do especial de Dia dos Pais.

Adoção é o tema central de uma edição especial do Vida Plena exibida no mês em que o programa celebra seu primeiro ano no ar. Em clima de comemoração e com o simbolismo do Dia dos Pais, Henrique Prata Filho conduz uma conversa sobre os caminhos, desafios e afetos que envolvem a formação de famílias pela adoção.

O episódio reúne Jéssica Aline Florêncio da Silva, advogada e coordenadora do Grupo de Apoio à Adoção de Barretos; Genilson Henrique Barbeiro, barbeiro e host do podcast “Café com Prosa”; e Fábio Aparecido Trúcolo, gerente de Marketing e vice-coordenador do Grupo de Apoio à Adoção. Ao longo dos três blocos, o programa combina histórias reais, orientação prática e reflexões sobre medo, acolhimento e vínculos familiares.

A edição também destaca que a adoção não deve ser tratada como um gesto abstrato ou apenas romantizado. Os convidados explicam que a experiência envolve preparação, escuta, compreensão da realidade das crianças e adolescentes acolhidos e consciência de que vínculos familiares são construídos no cotidiano, com responsabilidades, desafios e aprendizado mútuo.

Neste episódio, você vai ver:
• histórias reais de paternidade e vínculos construídos pela adoção;
• quais caminhos formais devem ser seguidos por quem deseja adotar;
• por que grupos de apoio ajudam a amadurecer decisões e perfis;
• como medo, preconceitos e dúvidas aparecem antes e depois da habilitação;
• a importância do acolhimento e da rede de apoio para famílias e crianças.

Histórias de adoção mostram como vínculos familiares são construídos

No primeiro bloco, o Vida Plena abre espaço para experiências pessoais. Genilson Henrique Barbeiro relata como a adoção entrou na história de sua família após uma perda gestacional e um contato inicial com o acolhimento institucional por meio de trabalho voluntário. A aproximação afetiva com uma criança em adoção tardia transformou a vida da família e mostrou, na prática, que os laços podem nascer do convívio, da confiança e do amor cotidiano.

O episódio também mostra o testemunho de Fábio Aparecido Trúcolo, que reforça como a paternidade adotiva modifica rotinas, amplia responsabilidades e revela uma força que muitas pessoas só percebem quando se tornam pais. Os relatos ajudam a desfazer a ideia de que famílias formadas pela adoção seriam diferentes em essência: há afeto, correção, aprendizado, bagunça, amadurecimento e os mesmos desafios presentes em qualquer dinâmica familiar.

Durante a conversa, Jéssica Florêncio faz um ponto importante: situações em que um vínculo afetivo anterior acaba levando à adoção são exceções e não devem ser confundidas com regra. O programa ressalta que o apadrinhamento afetivo existe para ampliar convivência, afeto e sociabilidade de crianças e adolescentes acolhidos, e não como atalho para adoção.

Genilson Henrique Barbeiro e participantes do Vida Plena em bloco sobre histórias de adoção, paternidade e vínculos familiares
O primeiro bloco reúne histórias pessoais e mostra como a adoção se torna parte da construção cotidiana da família.
▶ Assista ao Bloco 1 — histórias de adoção e vínculos familiares

Relatos pessoais mostram como a paternidade adotiva se consolida no afeto, na convivência e na responsabilidade compartilhada.

Caminhos para iniciar o processo de adoção passam pela Vara da Infância e pela preparação

No segundo bloco, a conversa se volta para a orientação prática. Jéssica explica que quem deseja adotar deve procurar a Vara da Infância e seguir os trâmites formais de habilitação, incluindo cadastro, documentação, entrevistas, avaliação psicossocial e participação em curso preparatório. O episódio destaca que informação correta é essencial para evitar expectativas irreais e para compreender, desde o início, que a adoção exige responsabilidade e disposição para rever motivações.

Fábio relata que o contato com o grupo de apoio foi decisivo para amadurecer o perfil de criança que ele e o companheiro estavam dispostos a acolher. O programa mostra que esse processo pode levar famílias a reverem ideias iniciais, especialmente quando percebem que a imagem idealizada de um filho nem sempre corresponde ao chamado concreto da parentalidade.

Ao reforçar a importância dos grupos de apoio, o Vida Plena mostra que eles funcionam como espaço de escuta, troca de experiências e preparação emocional. Mais do que reunir informações burocráticas, esses grupos ajudam a compreender a história das crianças acolhidas, os efeitos das rupturas anteriores e a necessidade de uma adoção consciente.

Jéssica Aline Florêncio da Silva participa do Vida Plena em bloco sobre orientação, acolhimento e caminhos para iniciar o processo de adoção
O segundo bloco explica como funciona a habilitação e por que orientação e preparação fazem diferença antes da adoção.
▶ Assista ao Bloco 2 — caminhos para adotar

O bloco mostra como começar o processo, quais etapas devem ser cumpridas e por que o grupo de apoio pode ajudar na preparação.

Medo, preconceitos e rede de apoio também fazem parte da conversa sobre adoção

O terceiro bloco trata das inseguranças que cercam a adoção. Os participantes explicam que dúvidas, receios e até desistências podem aparecer antes da habilitação, e isso precisa ser levado a sério. Para Jéssica, quando uma pessoa percebe, no processo de preparação, que a adoção não é para ela, essa conclusão pode evitar frustrações futuras e até devoluções, experiência traumática para crianças e adolescentes.

O programa também discute mitos bastante comuns, como a ideia de que famílias adotivas seriam “extraordinárias” ou radicalmente diferentes das demais. Na convivência, o que aparece é uma vida familiar comum: filhos brincam, são orientados, enfrentam limites, recebem carinho e crescem dentro de relações que exigem compromisso diário. Genilson reforça que o amor e o acolhimento da família ampliada, da comunidade e da rede de convivência também ajudam a consolidar esse processo.

Ao final, o Vida Plena reforça uma mensagem prática: ninguém precisa enfrentar dúvidas sozinho. Adoção responsável passa por busca de informação, aproximação com grupos de apoio e disposição para escutar histórias reais. Nesse contexto, medo não é sinal de incapacidade, mas um ponto de partida que pode ser elaborado com conhecimento, maturidade e acolhimento.

Participantes do Vida Plena discutem medo, preconceitos e importância da rede de apoio para famílias formadas pela adoção
O terceiro bloco debate medo, preconceitos e o papel dos grupos de apoio na formação de vínculos mais conscientes.
▶ Assista ao Bloco 3 — medo e rede de apoio

O fechamento do episódio mostra como informação, convivência e apoio ajudam a enfrentar preconceitos e inseguranças.

Adoção consciente é construída com informação, escuta e vínculos afetivos

Ao reunir histórias pessoais, orientação prática e reflexões sobre medo e acolhimento, o Vida Plena apresenta a adoção como experiência transformadora, mas também concreta e responsável. A mensagem do especial de Dia dos Pais é clara: formar uma família pela adoção passa por compromisso, preparo e amor vivido no cotidiano, e não por idealizações simplificadas.

O episódio também celebra a paternidade em seu sentido mais amplo. Ao mostrar famílias reais, o programa convida o público a enxergar a adoção não apenas como possibilidade jurídica, mas como construção humana feita de presença, paciência e escolha afetiva.

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