
A gestão fiscal de Rondônia ganhou novo reforço com a adesão do Estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados, o Propag. A medida permite renegociar, em condições mais vantajosas, a dívida remanescente da liquidação do antigo Banco do Estado de Rondônia, o Beron.
Segundo o Governo de Rondônia, o Estado mantém pelo sexto ano consecutivo a nota máxima de Capacidade de Pagamento, a Capag A+, concedida pela Secretaria do Tesouro Nacional. O resultado consolida a gestão fiscal de Rondônia como referência nacional em responsabilidade fiscal e equilíbrio das contas públicas.
Neste artigo, você vai ver:
- como a adesão ao Propag muda o custo da dívida estadual;
- por que a Capag A+ fortalece a imagem fiscal de Rondônia;
- qual é a economia estimada ao longo do refinanciamento;
- como os fundos federativos podem ampliar investimentos.
Gestão fiscal de Rondônia permite renegociar dívida antiga
A adesão ao Propag foi feita por meio da Secretaria de Estado de Finanças, a Sefin. O programa, criado pelo governo federal, permite que estados renegociem dívidas em condições mais favoráveis, especialmente passivos antigos que ainda pesam sobre as contas públicas.
No caso de Rondônia, a negociação envolve dívida originada pela liquidação do antigo Beron, vinculada à Lei Federal nº 9.496/1997. Com a nova condição, os juros da dívida deixam de ser de 4% ao ano e passam para 0% ao ano.
Dívida: passivo remanescente da liquidação do antigo Beron.
Correção: Selic será substituída pelo IPCA.
Estimativa: redução superior a R$ 11 bilhões no período de refinanciamento.
Mudança amplia capacidade de investimento
A gestão fiscal de Rondônia também será beneficiada pela substituição da atualização pela taxa Selic pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Essa alteração reduz o peso dos encargos financeiros e melhora o perfil da dívida pública estadual.
Com menor custo no refinanciamento, o governo estadual afirma que a economia poderá ser transformada em mais investimentos para a população. A medida fortalece a sustentabilidade das contas públicas e cria margem para ações em áreas consideradas estratégicas.
Recursos podem fortalecer políticas e estruturas educacionais.
Investimentos podem apoiar obras e serviços públicos.
Área está entre as prioridades citadas para aplicação de recursos.
Capag A+ reforça credibilidade fiscal
A nota Capag A+ indica alta capacidade de pagamento e é usada como referência para avaliar a situação fiscal dos estados. Ao manter a classificação máxima por seis anos consecutivos, a gestão fiscal de Rondônia ganha força institucional e melhores condições para buscar novas operações.
O equilíbrio das contas públicas é considerado decisivo para que o Estado consiga aproveitar programas como o Propag. Segundo a Sefin, a renegociação preserva a responsabilidade fiscal e amplia a possibilidade de investimentos estruturantes para o desenvolvimento econômico e social.
Capag A+: reconhecimento da Secretaria do Tesouro Nacional.
Sequência: sexto ano consecutivo com nota máxima.
Resultado: mais credibilidade para operações e investimentos.
Fundos federativos podem liberar novos recursos
Além da redução dos encargos financeiros, Rondônia passa a acessar recursos do Fundo de Equalização Federativa. A previsão é de aproximadamente R$ 250 milhões já em 2026, destinados a áreas como educação, segurança pública, infraestrutura, saneamento, habitação e desenvolvimento regional.
O Estado também poderá utilizar o Fundo Garantidor Federativo, mecanismo que amplia a capacidade de estruturar operações de crédito e parcerias público-privadas. Na prática, a gestão fiscal de Rondônia ganha instrumentos adicionais para planejar investimentos de médio e longo prazo.
A renegociação não significa entrada imediata de todos os valores em caixa, mas melhora as condições fiscais para planejamento, crédito e investimentos públicos.
A adesão ao Propag marca uma etapa importante para a gestão fiscal de Rondônia. Ao reduzir o custo de uma dívida histórica, manter a Capag A+ e ampliar acesso a fundos federativos, o Estado fortalece sua capacidade de investir em áreas que impactam diretamente a população.
























Gestão fiscal de Rondônia ganha reforço com renegociação de dívida antiga e melhoria da capacidade de investimento.





