
O desenvolvimento de Rondônia foi o eixo central da entrevista de Euma Tourinho no Olá Rondônia. Representante da Prefeitura de Porto Velho em Brasília, ex-magistrada e pré-candidata a deputada federal, ela defendeu que o estado tem condições de ocupar um papel muito maior no cenário nacional e internacional se conseguir unir logística, gestão pública, tecnologia, agronegócio e articulação política.
Durante a conversa conduzida pelo jornalista Isaías Sena, na programação ligada à Rondônia Rural Show Internacional 2026, Euma falou sobre trajetória familiar, 25 anos de magistratura, atuação no Tribunal de Justiça, representação institucional em Brasília e visão estratégica para o futuro. A entrevistada afirmou que Rondônia reúne posição geográfica, produção, recursos naturais e capacidade empreendedora para se transformar em uma potência, desde que o poder público ajude a destravar caminhos.

Desenvolvimento de Rondônia passa por visão estratégica, diz Euma
Ao apresentar sua trajetória, Euma Tourinho relembrou a ligação familiar com Rondônia, a formação em um ambiente de empreendedorismo e serviço público e a decisão de retornar ao estado após estudar fora. Ela citou a carreira na magistratura, a atuação no Tribunal de Justiça e a experiência institucional como parte de uma caminhada que, segundo ela, passou a mirar uma contribuição mais ampla ao estado.
A entrevistada afirmou que, depois da aposentadoria, poderia ter seguido uma vida mais distante da política, mas decidiu participar do debate público por considerar que Rondônia ainda não alcançou todo o seu potencial. Para ela, o desenvolvimento de Rondônia exige mais do que obras pontuais: precisa de planejamento, projetos de longo prazo e capacidade de articulação em Brasília.
Trajetória familiar e magistratura entram na conversa
O trecho mostra Euma falando sobre a própria história, a família e os anos de atuação na magistratura.
Rondônia pode usar posição geográfica para crescer mais
Um dos pontos mais fortes da entrevista foi a leitura geográfica e econômica do estado. Euma afirmou que Rondônia ocupa posição estratégica na América Latina, com potencial de conexão por hidrovia, acesso ao Amazonas, proximidade com países vizinhos e possibilidade de integração com mercados internacionais.
Ela citou a ponte binacional e a relação com o Peru como exemplos de oportunidades capazes de reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade. Para Euma, o estado precisa organizar melhor seus projetos, apresentar dados, convencer investidores e deixar de aparecer no cenário nacional apenas por problemas ou episódios negativos. A defesa central é que o desenvolvimento de Rondônia depende de uma postura mais profissional diante do Brasil e do mundo.
Logística internacional e ponte binacional são destacadas
O trecho apresenta a visão de Rondônia como estado estratégico para integração, logística e comércio exterior.
Agronegócio, exportação e emprego aparecem na mesma agenda
Euma também relacionou o potencial do agronegócio com a necessidade de tornar Rondônia mais competitiva. Na avaliação dela, produtores, empresários e cadeias produtivas locais precisam de apoio institucional, menos burocracia e uma estrutura capaz de facilitar exportações.
A entrevistada defendeu que ajudar o setor produtivo não significa fazer favor ao empresário ou ao produtor rural. Segundo ela, quando o poder público destrava quem produz, o estado amplia arrecadação, fortalece o PIB, gera empregos e melhora a renda das famílias. Essa visão coloca o agronegócio dentro de uma estratégia maior de desenvolvimento de Rondônia, não apenas como setor isolado.
Exportação e competitividade entram no debate
A fala relaciona exportação, redução de custos, agronegócio, emprego e crescimento econômico.
Oportunidade depende de projeto, não só de discurso
Logística: ponte, hidrovia e integração internacional foram tratadas como pontos decisivos para competir.
Produção: a força do agro precisa de menos burocracia, bons projetos e abertura de mercados.
Gestão: o argumento central é transformar potencial em política pública executável e duradoura.
Atuação em Brasília foi apontada como ferramenta para destravar projetos
Na entrevista, Euma explicou que a representação da Prefeitura de Porto Velho em Brasília trabalha com busca de recursos, destravamento de projetos e articulação institucional. Ela afirmou que muitos recursos existem na capital federal, mas dependem de bons projetos, defesa qualificada e capacidade de execução.
Para a entrevistada, Rondônia precisa melhorar a forma como se apresenta fora do estado. Isso inclui dados, números, argumentos consistentes e participação em ambientes de decisão. A estratégia, segundo ela, é ocupar espaços, dialogar com frentes parlamentares, conversar com ministérios e defender projetos capazes de gerar impacto real na vida das pessoas.
Brasília, articulação e projetos entram na estratégia
O trecho explica como a atuação em Brasília pode ajudar a buscar recursos e destravar projetos.
Mandato com legado foi defendido como prioridade política
A entrevista também entrou no debate sobre emendas parlamentares e resultados de longo prazo. Euma afirmou que um mandato não deve se limitar a ações de efeito imediato, mas precisa produzir leis, projetos e estruturas capazes de beneficiar cadeias produtivas, mulheres, agricultores familiares, jovens e municípios por muitos anos.
Ela defendeu que política pública eficiente é aquela que deixa legado. Na avaliação da entrevistada, o parlamentar precisa votar, fiscalizar, propor leis, defender bons projetos e tratar o dinheiro público como recurso da população. Para ela, o desenvolvimento de Rondônia passa por mandatos mais técnicos, menos personalistas e com mais capacidade de execução.
Legado, emendas e eficiência no mandato são debatidos
O vídeo destaca a defesa de um mandato com gestão pública, legado e resultados de longo prazo.
Tecnologia e primeiro emprego aparecem como caminho para o futuro
Outro tema relevante foi a tecnologia. Euma afirmou que o Brasil precisa formar jovens para novas áreas e que Rondônia não pode ficar fora desse processo. A entrevistada associou tecnologia, capacitação e primeiro emprego a uma política pública capaz de abrir novas oportunidades para jovens do estado.
A fala dialoga com a ideia de desenvolvimento de longo prazo. Em vez de enxergar tecnologia como tema distante da realidade regional, Euma defendeu que o setor pode ajudar a gerar renda, preparar mão de obra e inserir Rondônia em cadeias econômicas mais modernas. Para o AgoraRO, esse ponto é especialmente importante porque aproxima a pauta política da vida de estudantes, famílias e jovens que buscam entrada no mercado de trabalho.
Tecnologia e primeiro emprego ganham espaço na entrevista
O trecho mostra a defesa de tecnologia como política pública para formação e geração de oportunidades.
Saúde preventiva e saneamento básico também entraram no debate
Na área social, Euma falou sobre saúde preventiva, doenças crônicas, diagnósticos tardios e políticas públicas que nem sempre aparecem de imediato para o eleitor, mas podem transformar vidas. Ela defendeu que o gestor precisa escolher entre ações populistas e medidas estruturais, ainda que estas sejam mais difíceis de comunicar.
O saneamento básico foi usado como exemplo. Segundo Euma, obras desse tipo são caras, exigem planejamento, causam transtornos temporários e nem sempre rendem resultado político rápido. Mesmo assim, seriam essenciais para melhorar qualidade de vida. A mensagem foi clara: o desenvolvimento de Rondônia também passa por infraestrutura invisível, prevenção e coragem para tomar decisões de longo prazo.
Saúde preventiva e saneamento são tratados como legado
O trecho aborda saúde preventiva, saneamento básico e escolhas difíceis de gestão pública.
Pré-candidatura a deputada federal aparece no fim da conversa
Na parte final, Euma Tourinho falou sobre a pré-candidatura a deputada federal e reforçou que Rondônia precisa de representação mais ativa em nível nacional. Ela defendeu que o mandato parlamentar deve buscar eficiência, ouvir a base, transformar necessidades locais em bons projetos e acompanhar a execução dos recursos.
A entrevistada também afirmou que a iniciativa privada tem sustentado parte importante da economia rondoniense. Para ela, cabe ao poder público parar de atrapalhar, reduzir burocracias e criar condições para que produtores, empresários e trabalhadores possam crescer. O fechamento da entrevista consolidou a ideia de que Rondônia tem potencial, mas precisa de política pública com execução, visão e legado.
Pré-candidatura e mensagem final encerram o episódio
A fala final conecta pré-candidatura, representação federal, eficiência e defesa de projetos para Rondônia.
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