O Acolhe Mulher começou a funcionar em Porto Velho nesta quinta-feira (20) com atendimento remoto 24 horas para mulheres em situação de violência. O contato oficial é pelo WhatsApp (69) 99999-9479, usado como porta de entrada para orientação, acolhimento e encaminhamento à rede de proteção.
O primeiro contato é feito pela assistente virtual VitorIA, que fornece informações iniciais. Quando a situação exige, o fluxo pode seguir para atendimento humano qualificado e, depois, para serviços da rede, como Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Ministério Público, Defensoria Pública e unidades de saúde. O serviço não substitui a Polícia Militar, o Ligue 180, a delegacia ou o atendimento presencial.
Neste artigo, você vai ver
- qual é o WhatsApp do Acolhe Mulher;
- como funciona o primeiro atendimento pela VitorIA;
- quando entra o atendimento humano;
- para quais serviços a mulher pode ser encaminhada;
- quais números usar em uma situação de emergência.
WhatsApp funciona como porta de entrada para o atendimento
O Acolhe Mulher foi anunciado como um serviço 100% remoto, disponível 24 horas por dia. A proposta é permitir que a mulher inicie o contato sem precisar se deslocar imediatamente até um equipamento público. O número oficial divulgado pela Prefeitura é (69) 99999-9479.
Na primeira etapa, a VitorIA apresenta orientações e informações iniciais. O chatbot não deve ser entendido como canal de registro de ocorrência policial. Ele organiza o primeiro contato e ajuda a direcionar a usuária dentro do fluxo previsto pelo programa.
Atendimento humano pode entrar depois da triagem digital
Quando o caso precisa de acompanhamento além das orientações automáticas, o Acolhe Mulher prevê atendimento humano qualificado. A publicação oficial informa que profissionais preparados podem acolher e orientar a mulher ao longo do contato, respeitando protocolos de sigilo e proteção de dados.
Na etapa seguinte, o programa pode encaminhar a usuária para órgãos e serviços já existentes. A Prefeitura cita a DEAM, o Ministério Público, a Defensoria Pública e serviços de saúde. Isso significa que o canal atua como porta de entrada e articulação, sem substituir as atribuições dos órgãos responsáveis por investigação, medidas judiciais, atendimento médico ou proteção emergencial.

Programa passou por seleção e capacitação antes do lançamento
O Acolhe Mulher foi instituído pelo Decreto Municipal nº 22.037, de 25 de maio de 2026. Em julho, a Prefeitura abriu processo seletivo para voluntários que atuariam na Central Digital de Acolhimento e Encaminhamento para Mulheres em Situação de Violência. Depois vieram etapas de convocação e capacitação.
A notícia publicada em 20 de agosto marca o início operacional do atendimento. Por isso, a orientação atual é usar somente o número oficial divulgado para o programa e desconfiar de contatos que peçam informações sensíveis fora dos canais indicados.
Em emergência, o canal não substitui o 190
Em uma situação de risco imediato, a orientação é procurar os canais de emergência. O Acolhe Mulher oferece orientação, acolhimento e encaminhamento, mas não deve ser apresentado como garantia de proteção imediata ou de interrupção da violência.
Para emergência, o número da Polícia Militar é 190. O Ligue 180 funciona como Central de Atendimento à Mulher para orientação, registro e encaminhamento de denúncias. Em Porto Velho, o Centro de Referência de Atendimento à Mulher também integra a rede de apoio e mantém atendimento pelo telefone (69) 98473-5966, conforme informação oficial da assistência social municipal.
O acesso digital pode reduzir a barreira inicial para quem precisa pedir ajuda, mas cada situação pode exigir providências diferentes. A recomendação é preservar a própria segurança, utilizar canais oficiais e buscar atendimento especializado sempre que necessário.
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Fontes: Prefeitura de Porto Velho — lançamento do Acolhe Mulher; Cram Porto Velho.

































