segunda-feira, julho 6, 2026
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Vida Plena explica terapias integrativas e cuidados gratuitos pelo SUS

Especialistas explicam acupuntura, PICS, bem-estar e o papel do cuidado integral na saúde

Terapias integrativas são tema do Vida Plena com especialistas em acupuntura, medicina chinesa e cuidado integral
Especialistas explicam como práticas integrativas podem complementar cuidados de saúde com foco em bem-estar e prevenção.

Terapias integrativas são o tema deste episódio do Vida Plena, que explica como as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, conhecidas como PICS, podem apoiar o cuidado com corpo, mente e emoções.

Participam do programa Dra. Margareth Kath Lucca, médica anestesiologista e especialista em medicina chinesa do Hospital de Amor; Débora Pagnano Garcia, fisioterapeuta e especialista em acupuntura; e Roberto Gonçalves, especialista em acupuntura. A conversa aborda prevenção, bem-estar, dor crônica, ansiedade, estresse e o uso dessas práticas como complemento aos tratamentos tradicionais.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda o que são terapias integrativas, como elas chegam ao SUS e por que o cuidado integral ganhou espaço na saúde.

Terapias integrativas fazem parte do cuidado pelo SUS

O primeiro bloco explica que as terapias integrativas vêm ganhando espaço na saúde pública brasileira. Segundo a abertura do programa, mais de 9 milhões de brasileiros utilizam essas práticas pelo Sistema Único de Saúde.

A conversa também cita que o SUS oferece 29 práticas integrativas de forma gratuita e que esses atendimentos estão presentes em grande parte dos municípios brasileiros. A proposta é ampliar o olhar sobre o paciente, considerando não apenas a doença, mas também hábitos, emoções, dor, sono, estresse e qualidade de vida.

Cuidado integral olha corpo, mente e emoções

Os especialistas reforçam que as PICS não substituem o tratamento convencional. Elas entram como complemento, dentro de uma abordagem que busca somar recursos ao cuidado médico, à fisioterapia, à reabilitação e ao acompanhamento profissional.

No programa, a medicina chinesa e a acupuntura aparecem como exemplos de práticas que procuram enxergar o paciente de forma ampla. A escuta, o vínculo e a avaliação individual ajudam a entender se a principal necessidade envolve dor, ansiedade, insônia, tensão ou outro aspecto da rotina.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja como a acupuntura, a meditação e outras práticas podem auxiliar no manejo de dor, ansiedade e estresse.

Acupuntura é explicada pela visão tradicional e científica

No segundo bloco, os convidados explicam que a acupuntura é uma técnica milenar, mas que também passou a ser estudada pela medicina ocidental. A conversa aborda os pontos de acupuntura, os meridianos e a relação entre estímulos locais, sistema nervoso e resposta do organismo.

As terapias integrativas são apresentadas como possibilidades de apoio em situações como dores crônicas, ansiedade e estresse. A ideia não é prometer cura imediata, mas mostrar como essas práticas podem fazer parte de um plano de cuidado seguro e acompanhado.

Ansiedade e estresse também entram no debate

O episódio destaca que práticas como meditação e mindfulness podem ajudar no manejo do estresse e da ansiedade. Em um mundo de rotina acelerada, as técnicas podem contribuir para atenção, respiração, presença e mudança de comportamento.

Os especialistas lembram que cada pessoa precisa ser avaliada de forma individual. Nem toda prática serve para todos da mesma maneira, e o melhor caminho deve respeitar condição física, histórico de saúde, limites, expectativas e acompanhamento profissional.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Acompanhe os benefícios relatados pelos especialistas e a importância de seguir o plano terapêutico.

Benefícios podem incluir dor, sono e qualidade de vida

No terceiro bloco, os especialistas falam sobre benefícios percebidos por pacientes que recebem essas práticas. Entre os pontos citados estão redução da intensidade da dor, melhora da qualidade do sono, diminuição do estresse emocional e, em alguns casos, menor necessidade de analgésicos.

A conversa reforça que as terapias integrativas funcionam melhor quando inseridas em um plano contínuo. Uma sessão pode trazer alívio, mas o tratamento costuma exigir sequência, responsabilidade, adesão e avaliação de acordo com a condição de cada pessoa.

Práticas não devem ser vistas como solução milagrosa

O programa alerta que o cuidado integral não é improviso nem promessa de resultado automático. As terapias devem ser orientadas por profissionais qualificados e combinadas ao tratamento convencional quando houver indicação.

A mensagem central é que cuidar da saúde vai além de tratar doenças. Também envolve promover equilíbrio, bem-estar, prevenção e qualidade de vida. Ao integrar corpo, mente e emoções, as PICS ajudam a ampliar o cuidado e a fortalecer a participação do paciente no próprio tratamento.

Acesso gratuito amplia o alcance das práticas integrativas

O episódio destaca que o acesso gratuito pelo SUS é um ponto importante para ampliar o cuidado integral. Quando bem indicadas, as práticas podem ajudar pessoas que convivem com dor, estresse, ansiedade, alterações do sono e outras condições que afetam a rotina.

As terapias integrativas aparecem, portanto, como uma forma de complementar o cuidado, fortalecer a prevenção e incentivar mudanças de vida. A orientação é buscar serviços de saúde, tirar dúvidas com profissionais capacitados e nunca abandonar tratamentos prescritos sem avaliação médica.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.