quarta-feira, agosto 26, 2026
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Manejo sustentável de jacarés do Cuniã une conservação e geração de renda

Atividade é regulamentada e ocorre dentro de unidade federal administrada pelo ICMBio; cadeia também avança em processo de Indicação Geográfica.

Manejo de jacarés no Cuniã é apresentado na Agrotec 2026
O manejo sustentável de jacarés na Resex Lago do Cuniã integra ações de conservação, controle populacional e geração de trabalho e renda para comunidades tradicionais.

O manejo de jacarés no Cuniã ganhou espaço na Agrotec 2026, em Porto Velho, como exemplo de uma cadeia que reúne conservação da fauna, uso sustentável da sociobiodiversidade e geração de trabalho e renda para comunidades tradicionais da Reserva Extrativista Lago do Cuniã.

A atividade ocorre dentro de uma unidade de conservação federal administrada pelo ICMBio e não pode ser confundida com caça livre. Segundo a Prefeitura de Porto Velho, o manejo de jacarés no Cuniã é regulamentado e está associado ao controle populacional e ao equilíbrio ambiental, dentro de regras específicas de conservação e uso sustentável.

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Neste artigo, você vai ver
  • como funciona o manejo sustentável na Resex Lago do Cuniã;
  • por que a atividade não é caça livre;
  • como conservação e geração de renda se conectam;
  • qual é o papel do ICMBio e do Ibama nas etapas documentadas;
  • em que estágio está a construção da Indicação Geográfica.

Manejo do Cuniã ganha espaço na Agrotec 2026

O manejo de jacarés no Cuniã aparece na programação e na divulgação da Agrotec como uma experiência ligada à sociobiodiversidade amazônica. A feira funciona como gancho atual para apresentar a cadeia, mas não altera a natureza ambiental e comunitária do projeto desenvolvido na reserva.

Manejo sustentável no Cuniã
Local
Resex Lago do Cuniã
Município
Porto Velho
Modelo
Manejo sustentável
Objetivo
Controle populacional
Resultado social
Trabalho e renda
Gestão da UC
ICMBio

A divulgação de 2026 não informa cota atual, quantidade de animais manejados, peso de carne, volume comercializado, preço por quilo, faturamento ou número atual de famílias beneficiadas. Números divulgados em outros anos não devem ser transportados para a temporada atual.

Também não há confirmação, na publicação usada como base, de que carne de jacaré esteja sendo vendida na Agrotec 2026. A cadeia possui histórico de produção e comercialização regulamentadas, mas as condições atuais de venda não foram detalhadas.

Como funciona o manejo de jacarés no Cuniã

O manejo de jacarés no Cuniã ocorre dentro da Resex Lago do Cuniã, unidade federal de uso sustentável. O ICMBio administra a unidade, participa da gestão do manejo e acompanha regras de conservação e uso sustentável. A atividade envolve procedimentos definidos e não autoriza captura por qualquer pessoa.

O que não pode ser confundido
Manejo
Não é caça livre.
Cota 2026
Não divulgada na fonte atual.
Indicação Geográfica
Em construção.
Venda na Agrotec
Não confirmada.

No fluxo institucional já documentado, o Ibama atua em etapas específicas, como procedimentos de transporte via SisFauna para couros e licenciamento do abatedouro onde ocorre processamento. Por isso, não é correto resumir toda a governança dizendo que um único órgão “autoriza todo o manejo”.

Manejo sustentável de jacarés na Resex Lago do Cuniã
Monitoramento e manejo na Resex Lago do Cuniã seguem regras específicas de conservação e uso sustentável da fauna silvestre.

Conservação e geração de renda caminham juntas

Segundo a Prefeitura, o manejo de jacarés no Cuniã contribui para o controle populacional e para o equilíbrio ambiental. A atividade também gera trabalho e renda para comunidades tradicionais, conectando conservação da fauna, conhecimento local e uso sustentável de recursos naturais.

No contexto do manejo de jacarés no Cuniã, a CoopCuniã participa historicamente dessa cadeia produtiva e do manejo. Essa participação deve ser entendida como contexto institucional: a fonte atual não comprova que a cooperativa controle toda a operação da Agrotec 2026 nem que esteja realizando vendas no evento.

O manejo de jacarés no Cuniã também ajuda a mostrar como uma unidade de conservação de uso sustentável pode associar proteção ambiental e atividade econômica regulada. O modelo depende de regras, monitoramento, responsabilidades institucionais e limites definidos para cada etapa.

Cadeia avança em processo de Indicação Geográfica

A cadeia ligada ao manejo de jacarés no Cuniã está em processo de construção de uma Indicação Geográfica. Uma etapa de trabalho está prevista entre 1º e 6 de setembro de 2026 na Resex Lago do Cuniã, com participação institucional divulgada de Semagric, ICMBio, Ibama e Sebrae.

A IG ainda não foi concedida e não deve ser apresentada como selo já obtido. O processo busca organizar elementos de origem, identidade territorial e características da cadeia, mas depende das etapas técnicas e formais necessárias até eventual reconhecimento.

Ao aparecer na Agrotec 2026, o manejo de jacarés no Cuniã ganha visibilidade fora da reserva sem perder o eixo central da pauta: uma experiência de sociobiodiversidade amazônica que procura compatibilizar conservação, uso sustentável e renda comunitária dentro de uma unidade federal.

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Source: Prefeitura de Porto Velho / Secom. Fonte técnica: ICMBio. Fonte institucional complementar: Ibama.