
O Vida Plena, programa do Hospital de Amor, dedicou o episódio de 25 de outubro de 2026 ao TDAH e autismo. Em três vídeos, especialistas explicam diferenças entre os transtornos do neurodesenvolvimento, sinais que motivam avaliação profissional, possibilidades de acompanhamento e estratégias de inclusão escolar.
Participam a neuropediatra Ana Paula Serradela Marques, a terapeuta ocupacional Amanda Limieri, ambas do Hospital de Amor, e Kelly Amorim, coordenadora da área de inclusão da Secretaria de Educação de Barretos (SP). A conversa interessa também a famílias e educadores de Rondônia, mas os serviços citados pelas participantes podem variar conforme o município.
Bloco 1: TDAH e autismo — sinais e avaliação na infância
A neuropediatra Ana Paula Serradela Marques explica que TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e TEA (Transtorno do Espectro Autista) são condições distintas. Comunicação, interação social, atenção, impulsividade e comportamento aparecem no debate, sempre com a ressalva de que sinais isolados não fecham um diagnóstico.
A escola pode perceber mudanças de rotina ou dificuldades de aprendizagem e interação, mas a avaliação exige considerar a criança, seu contexto e o relato da família. O primeiro vídeo discute ainda como características percebidas na infância podem levar parentes a observar experiências semelhantes na própria trajetória.
Observar não é diagnosticar
Agitação, distração ou diferenças de comportamento não bastam, por si sós, para afirmar TDAH ou autismo. A avaliação é individualizada.
Vídeo 1 — assista também no canal do Vida Plena no YouTube.
Assista a partir do assunto escolhido
Toque no horário para abrir o vídeo no trecho indicado.
Bloco 2: terapias, autonomia e apoio da escola
No segundo bloco, Amanda Limieri explica como a terapia ocupacional pode auxiliar em tarefas do cotidiano, como vestir-se, escovar os dentes, escrever e participar de atividades escolares. As estratégias de acompanhamento dependem das necessidades identificadas e do trabalho conjunto com outros profissionais.
Kelly Amorim discute a organização dos apoios na escola, o Atendimento Educacional Especializado (AEE), adaptações pedagógicas e a comunicação entre educadores, serviços de saúde e responsáveis. A conversa também valoriza conquistas graduais de autonomia e o acolhimento das famílias.
Uma rede de apoio, não uma receita única
O programa destaca que família, escola e profissionais de saúde podem compartilhar informações e acompanhar as necessidades de cada estudante, sem aplicar a mesma solução a todas as crianças.
Vídeo 2 — assista também no canal do Vida Plena no YouTube.
Assista a partir do assunto escolhido
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Bloco 3: inclusão escolar e informação confiável
O terceiro vídeo aborda a articulação entre educação, saúde e assistência social na inclusão escolar. As convidadas apresentam experiências da rede municipal de Barretos e discutem adaptações que podem facilitar a participação dos estudantes nas atividades. O exemplo local não significa que os mesmos serviços estejam disponíveis em todos os municípios de Rondônia.
Na parte final, o episódio alerta para promessas de tratamentos sem comprovação e informações enganosas na internet. Medicamentos, dietas e outras condutas precisam ser discutidos com profissionais habilitados, de acordo com a situação de cada pessoa.
Informação responsável
Publicações em redes sociais não substituem avaliação clínica. Não inicie nem interrompa medicamentos ou outras condutas com base apenas em conteúdo da internet.
Vídeo 3 — assista também no canal do Vida Plena no YouTube.
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Onde famílias de Rondônia podem buscar orientação
A orientação do episódio é começar pela escola e pelos serviços de saúde do município quando houver dúvidas sobre desenvolvimento, aprendizagem ou interação. O encaminhamento e a oferta de avaliação especializada dependem da organização da rede local e da necessidade individual; não há atendimento ou vaga nova anunciada neste programa.
Para entender os apoios educacionais, o AgoraRO publicou uma reportagem sobre AEE e os direitos na educação inclusiva, com informações de um seminário realizado em Porto Velho. AEE não substitui o ensino regular, e a organização dos apoios exige identificar as barreiras reais enfrentadas pelo estudante.
Este artigo apresenta informações discutidas no Vida Plena e não substitui consulta ou avaliação individual. Os 22 capítulos acima foram organizados a partir da decupagem fornecida para os três vídeos, com links para os trechos correspondentes.
































