
A prevenção do câncer ganhou uma abordagem tecnológica em escolas municipais de Porto Velho. Uma carreta educativa da Liga de Combate ao Câncer, ligada à Unidade de Prevenção do Hospital de Amor, levou realidade virtual, gamificação e educação em saúde para estudantes da rede municipal.
A ação foi realizada nesta quinta-feira (11) na Escola Municipal Joaquim Vicente Rondon, na zona sul da capital. A proposta é transformar conteúdos complexos sobre saúde, autocuidado e prevenção do câncer em uma experiência mais próxima da linguagem dos adolescentes.
Tecnologia aproxima estudantes do tema da saúde
A iniciativa usa recursos imersivos para ensinar adolescentes sobre autocuidado, sinais de alerta e importância do diagnóstico precoce, especialmente na prevenção do câncer de mama.
Como funciona a ação de prevenção do câncer
Voltada para alunos do Ensino Fundamental II, com idades entre 11 e 14 anos, a unidade móvel utiliza óculos de realidade virtual e atividades gamificadas. Durante a experiência, os estudantes assumem o papel de agentes secretos em uma missão científica dentro do organismo humano.
Na atividade, os participantes investigam o caso de uma personagem chamada Matilda, que apresenta hábitos prejudiciais à saúde. Ao longo da jornada, eles aprendem sobre sinais de câncer de mama, hábitos saudáveis, autocuidado e prevenção do câncer de forma prática e interativa.
O que a carreta educativa leva aos alunos
Educação em saúde dentro da escola
Segundo a Prefeitura de Porto Velho, a carreta também passou pela Escola Municipal Pedro Batalha, no bairro Nova Caiari II. A presença da unidade nas escolas busca ampliar o acesso dos alunos a informações sobre prevenção do câncer, diagnóstico precoce e hábitos saudáveis.
O secretário municipal de Educação, Giordani Lima, destacou que ações desse tipo ampliam o papel da escola para além da sala de aula. Para ele, a educação também deve contribuir para a qualidade de vida dos estudantes e de suas famílias.
A diretora do Departamento de Assistência ao Aluno da Semed, Fernanda Miranda, avaliou que a linguagem da carreta conversa diretamente com os adolescentes. A proposta, segundo ela, torna o aprendizado mais atrativo e fortalece o vínculo entre saúde e educação.
Etapas da experiência educativa
1. Imersão: os alunos usam óculos de realidade virtual para entrar em uma missão científica.
2. Investigação: a atividade apresenta situações ligadas a hábitos de saúde e sinais de alerta.
3. Aprendizado: os participantes recebem orientações sobre autocuidado e prevenção do câncer.
4. Multiplicação: a expectativa é que os estudantes levem as informações para famílias e comunidades.
Unidade móvel atua na prevenção e no rastreamento
A Unidade Móvel de Educação da Liga de Combate ao Câncer integra a estrutura de prevenção do Hospital de Amor. O trabalho inclui divulgação de programas de rastreamento de câncer de mama, colo do útero, boca e pele.
De acordo com a administração municipal, a proposta é difundir conhecimento científico sobre autocuidado e prevenção do câncer, formando multiplicadores dentro e fora do ambiente escolar.
Por que isso importa para Porto Velho
Estudantes: o contato com o tema desde cedo ajuda a criar consciência sobre autocuidado.
Famílias: alunos podem levar informações de prevenção para dentro de casa.
Rede pública: a união entre saúde e educação reforça ações preventivas no município.
O prefeito Léo Moraes afirmou que levar conhecimento de forma inovadora para dentro das escolas é uma forma de investir na prevenção e no futuro das crianças e adolescentes. A gestão defende que informação acessível pode ajudar a salvar vidas e fortalecer a consciência sobre autocuidado desde cedo.
Com a ação, a prevenção do câncer passa a ser apresentada em um formato mais próximo da realidade dos estudantes, combinando tecnologia, educação e serviço público em uma experiência de aprendizagem voltada à saúde.
Agência de Notícias de Porto Velho




















