
Rondônia registrou 115 colisões contra postes entre janeiro e setembro de 2026, segundo levantamento da Energisa Rondônia. As ocorrências provocaram interrupções no fornecimento que, somadas ao longo do período, afetaram mais de 120 mil clientes.
Esse total, porém, representa impacto acumulado das interrupções e não significa 120 mil consumidores únicos. Uma mesma unidade pode ter sido atingida em mais de uma ocorrência. Além do efeito no fornecimento de energia, acidentes desse tipo também criam risco elétrico quando cabos, equipamentos ou estruturas ficam danificados.
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➜ Quais foram os principais números
➜ Por que uma colisão pode afetar tantos imóveis
➜ O que fazer se houver fios próximos ao veículo
Quais foram os principais números
Setembro teve o maior número mensal de colisões contra postes, com 21 ocorrências e mais de 18 mil clientes afetados pelas interrupções associadas. Março apresentou o maior impacto no fornecimento: 17 ocorrências estiveram relacionadas a interrupções que alcançaram cerca de 43 mil clientes.
O total superior a 120 mil é acumulado. A mesma unidade consumidora pode ter sido afetada mais de uma vez entre janeiro e setembro.
O levantamento não informa quantidade de mortos ou feridos, valor de prejuízos nem distribuição das causas das ocorrências. Por isso, álcool, uso do celular ou excesso de velocidade não podem ser apresentados como explicação estatística para os 115 casos.
Por que uma colisão pode afetar tantos imóveis
Nas colisões contra postes, a estrutura atingida pode sustentar circuitos que atendem várias ruas, bairros ou trechos de uma rede. Dependendo do dano, pode ser necessário desligar parte do sistema para permitir o trabalho seguro das equipes.
O impacto varia conforme a posição do poste, os equipamentos instalados e a extensão do dano. O material recebido não informa tempo médio de restabelecimento nem quantos postes precisaram ser substituídos.
Cabos, equipamentos e partes da rede podem permanecer energizados ou em posição insegura mesmo quando aparentemente estão inativos.
O que fazer se houver fios próximos ao veículo
Depois de colisões contra postes, ocupantes devem permanecer dentro do veículo quando isso for seguro, especialmente se houver cabo encostado na carroceria ou fios próximos. A saída só deve ocorrer diante de outro risco imediato, como incêndio.
Também é importante não tocar em partes metálicas externas e aguardar equipes especializadas. Quem presencia a ocorrência deve manter distância e não tentar retirar passageiros, cabos ou objetos próximos à rede.
Permaneça no interior quando for seguro, não toque em cabos ou estruturas externas e aguarde orientação das equipes de emergência.
Por que fio caído continua perigoso
Em situações envolvendo colisões contra postes, um cabo caído ou aparentemente sem energia deve ser tratado como energizado até que uma equipe habilitada faça a avaliação e libere o local.
Testemunhas não devem tocar no veículo, em postes danificados ou em objetos ligados aos cabos. Manter distância reduz o risco de contato direto ou indireto com eletricidade.
A ausência de faíscas ou ruído não significa que o cabo esteja seguro para aproximação ou contato.
Quem acionar em caso de emergência
Em caso de emergência após colisões contra postes, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo telefone 193. Para ocorrências relacionadas à rede elétrica, a Energisa Rondônia informa o número 0800 647 0120.
A prioridade é manter pessoas afastadas da área danificada e aguardar profissionais treinados para avaliar a rede e fazer a intervenção. A foto recebida com a pauta deve ser tratada apenas como imagem ilustrativa fornecida pela fonte, já que data e local exatos não estão documentalmente confirmados.
O levantamento sobre colisões contra postes reforça que acidentes viários envolvendo a rede elétrica exigem atenção tanto ao trânsito quanto ao risco de choque e à segurança de quem está próximo.
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Fonte e estágio da informação: Energisa Rondônia. Orientações técnicas atribuídas a Jucilene Dias, coordenadora de Segurança da concessionária. Os dados correspondem ao período de janeiro a setembro de 2026.





























