sexta-feira, outubro 9, 2026
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PF investiga envio de cerca de 80 kg de cocaína pelos Correios a partir de Porto Velho

Operação No Way cumpriu uma prisão preventiva e três buscas; origem da droga e outros possíveis envolvidos ainda são investigados.

Imagem ilustrativa de agentes analisando encomendas em investigação sobre cocaína pelos Correios a partir de Porto Velho
Investigação da Polícia Federal apura remessas de cocaína postadas em Porto Velho com destino a outros estados.

A Polícia Federal investiga o envio de cerca de 80 quilos de cocaína pelos Correios a partir de Porto Velho para outros estados. A apuração levou à Operação No Way, deflagrada em 7 de outubro, com cumprimento de um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão na capital de Rondônia.

Segundo a PF, o caso de cocaína pelos Correios começou a ser investigado depois da interceptação de encomendas postadas em agências de Porto Velho. As remessas tinham como destino Ceará, Paraíba e Pernambuco e, somadas ao longo da investigação, continham aproximadamente 80 quilos da droga.

Como a investigação começou

A investigação começou após a interceptação de encomendas enviadas a partir de Porto Velho. A PF não informou quantos pacotes foram localizados nem quantas agências foram usadas, mas confirmou que as remessas interceptadas somavam cerca de 80 quilos de cocaína.

OS 80 KG NÃO SÃO DA OPERAÇÃO DE 7 DE OUTUBRO

O volume aproximado corresponde às remessas interceptadas ao longo da investigação. A Polícia Federal não informou que esse total foi apreendido durante o cumprimento dos mandados.

A partir dessas interceptações, o caso de cocaína pelos Correios passou a ser tratado como tráfico interestadual por via postal. O uso do serviço postal é parte do modo investigado de envio; a nota oficial não atribui participação criminosa aos Correios.

Para onde seguiam as remessas

As encomendas identificadas pela PF tinham como destino Ceará, Paraíba e Pernambuco. A corporação não detalhou as cidades de destino, quem receberia os pacotes nem a frequência dos envios.

Na investigação de cocaína pelos Correios, as diligências permitiram à PF identificar etapas atribuídas ao grupo suspeito, entre elas a aquisição da droga, a preparação das embalagens e o encaminhamento das encomendas às agências postais.

ROTA CONFIRMADA

As postagens investigadas partiram de Porto Velho e tinham como destinos estados do Nordeste. A origem exata da droga ainda não foi esclarecida pela PF.

Imagem faixa do AgoraRO sobre investigação de cocaína pelos Correios em Porto Velho
Investigação começou após a interceptação de remessas postadas em Porto Velho. Crédito de referência: Polícia Federal.

O que aconteceu na Operação No Way

A Operação No Way foi deflagrada em Porto Velho em 7 de outubro. A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão.

As medidas judiciais fazem parte da investigação de cocaína pelos Correios e não representam condenação. A responsabilização criminal, se houver, dependerá da apuração da participação atribuída a cada investigado e das decisões do Judiciário.

MEDIDAS CONFIRMADAS

Um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Velho.

O que a PF ainda investiga

O material recolhido durante a operação será analisado para ajudar a identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a origem da droga. A PF não divulgou esses pontos como concluídos na nota oficial.

Por isso, a apuração sobre cocaína pelos Correios segue em andamento. Também não foram divulgados oficialmente os nomes dos investigados, e não é possível afirmar que todas as pessoas envolvidas já tenham sido identificadas.

O QUE AINDA FALTA SABER

A origem exata da droga, a eventual participação de outras pessoas e a extensão total da estrutura investigada continuam sob apuração.

O que está confirmado até agora

Até agora, está confirmado que as remessas foram postadas em Porto Velho, tinham como destino Ceará, Paraíba e Pernambuco e somavam aproximadamente 80 quilos da droga ao longo da investigação.

O caso de cocaína pelos Correios revela uma rota interestadual sob investigação a partir de Rondônia, mas não permite concluir de onde a droga vinha antes de chegar à capital ou quantas pessoas integravam a estrutura suspeita.

Novas informações sobre cocaína pelos Correios dependem da análise do material apreendido e de eventuais novas diligências da Polícia Federal.

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Fonte e estágio da informação: Polícia Federal, em publicação sobre a Operação No Way de 7 de outubro de 2026. A investigação continua em andamento, sem divulgação oficial da origem exata da droga, dos nomes dos investigados ou da identificação de todos os possíveis envolvidos.