O Corujão da Saúde funciona à noite em duas unidades de Porto Velho para atender casos de baixa complexidade e sem sinais de gravidade. O serviço recebe moradores de qualquer bairro e é uma alternativa para quem apresenta sintomas leves fora do horário habitual das unidades básicas.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforçou a orientação sobre quando procurar o serviço e em quais situações o paciente deve seguir direto para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou acionar o Samu pelo número 192. O Corujão já existe desde 2025 e não se trata de um atendimento novo.
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➜ Horário e entrada de novos pacientes
➜ Quais sintomas podem ser atendidos
Onde funciona o Corujão
O Corujão da Saúde funciona em duas unidades. Na Zona Leste, o atendimento ocorre na USF Hamilton Gondim, na Avenida José Amador dos Reis, s/n, bairro Tancredo Neves. Na Zona Sul, o serviço está disponível na USF Manoel Amorim de Matos, na Rua Angico, nº 5030, bairro Cohab.
Qualquer morador de Porto Velho pode procurar uma das duas unidades, desde que o quadro seja compatível com atendimento de baixa complexidade.
Cada unidade recebe, em média, de 70 a 90 pacientes por noite. A proposta é ampliar o acesso em horário estendido e reduzir a procura inadequada pelas UPAs em situações que não apresentam sinais de gravidade.
Horário e entrada de novos pacientes
O atendimento do Corujão da Saúde ocorre das 18h à meia-noite, de segunda a sexta-feira, inclusive em feriados. A entrada de novos pacientes é feita até 23h30.
Como o serviço é voltado a demandas leves, ele funciona como uma alternativa noturna para problemas que podem ser resolvidos na atenção básica ampliada, sem necessidade de estrutura de urgência ou emergência.
O funcionamento vai até meia-noite, mas novos pacientes são recebidos até 23h30.
Quais sintomas podem ser atendidos
Entre os exemplos de quadros atendidos estão dor de cabeça, dor de garganta, sintomas gripais sem falta de ar, vômitos ou diarreia sem sinais de desidratação, pequenos ferimentos e reações alérgicas leves.
Crianças também podem ser atendidas quando estão acompanhadas pelo pai, mãe ou responsável e apresentam quadro compatível com baixa complexidade. A avaliação da equipe de saúde é que define a conduta adequada para cada caso.
O Corujão da Saúde é indicado para sintomas leves e sem sinais de gravidade. Em caso de piora intensa, risco à vida ou sintomas graves, o destino deve ser outro ponto da rede.
O que não é atendimento de rotina do Corujão
O serviço não substitui o acompanhamento regular feito pelas unidades de saúde durante o dia. Demandas como acompanhamento de doenças crônicas, pré-natal, exame preventivo, vacinação e renovação de receitas de uso contínuo não fazem parte da rotina do atendimento noturno.
Essas necessidades devem ser organizadas pela atenção básica no horário regular. Usar o Corujão para demandas programadas pode ocupar uma estrutura destinada justamente a pessoas que apresentam sintomas leves durante a noite.
O serviço foi organizado para casos de baixa complexidade. Situações graves exigem estrutura de urgência e emergência.
Quando procurar UPA ou chamar o Samu
Quadros como falta de ar intensa, dor no peito, perda de consciência, acidentes ou qualquer situação com risco à vida não devem ser direcionados ao Corujão da Saúde. Nesses casos, a orientação é procurar uma UPA ou acionar o Samu pelo número 192.
Entender a diferença entre os serviços ajuda a reduzir deslocamentos desnecessários e melhora o direcionamento da rede. Para sintomas leves à noite, o Corujão pode ser a porta adequada; para situações graves ou com risco imediato, a prioridade é a urgência e emergência.
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Fonte e estágio da informação: a matéria organiza orientações divulgadas pela Semusa em 6 de outubro de 2026 sobre o funcionamento do Corujão da Saúde. O serviço já existe desde 2025; não houve lançamento de uma nova modalidade. Horários, endereços, tipos de casos atendidos e orientação para procura de UPA ou Samu foram tratados como serviço ao leitor.






























