A bandeira verde volta às contas de luz em outubro de 2026 e elimina a cobrança adicional da bandeira tarifária para os consumidores abrangidos pelo sistema. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a mudança em 25 de setembro, depois de setembro operar com bandeira amarela.
Na prática, deixa de ser cobrado o adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A mudança, porém, não significa redução automática da tarifa-base nem garante que toda fatura de outubro ficará menor, porque o valor final continua dependendo do consumo e de outros componentes da conta.
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➜ Quanto deixa de ser cobrado em outubro
➜ Exemplos para 100, 200 e 300 kWh
Bandeira verde retira adicional cobrado em setembro
Em setembro, a bandeira amarela acrescentou R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Com a bandeira verde em outubro, esse componente deixa de ser aplicado. A regra vale durante o mês enquanto permanecer a sinalização anunciada pela Aneel.
O sistema de bandeiras indica as condições de geração de energia no país. Quando a cor é verde, a agência considera que as condições estão favoráveis e não há cobrança extra associada à bandeira.
Sai o adicional de R$ 1,885 por 100 kWh que vigorou em setembro. A tarifa-base e os demais componentes da fatura seguem suas próprias regras.
Veja quanto deixa de incidir conforme o consumo
Considerando apenas o adicional da bandeira amarela de setembro, um consumo de 100 kWh tinha R$ 1,885 desse componente. Em 200 kWh, o valor chegava a R$ 3,77; em 300 kWh, aproximadamente R$ 5,66.
Com a bandeira verde, esses valores deixam de incidir em outubro. Os exemplos servem apenas para mostrar o efeito da mudança de bandeira e não devem ser tratados como desconto garantido no valor final da conta.
100 kWh: R$ 1,885. 200 kWh: R$ 3,77. 300 kWh: cerca de R$ 5,66.
Aneel cita melhora nas condições de geração
Segundo a Aneel, a transição entre os períodos seco e úmido trouxe aumento das chuvas em importantes bacias hidrográficas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. O cenário ajudou a estabilizar os níveis dos reservatórios das hidrelétricas.
Com condições mais favoráveis, diminui a necessidade de acionar fontes mais caras, como usinas termelétricas. Esse cenário permitiu a adoção da bandeira verde para outubro. A explicação é nacional e não deve ser atribuída especificamente às chuvas em Rondônia.
Bandeira verde não garante conta menor
A retirada do adicional é uma mudança concreta, mas não permite concluir que todas as contas ficarão mais baratas. O consumo registrado, a tarifa vigente da distribuidora, tributos e demais componentes continuam influenciando o total faturado.
Assim, uma residência que consumir mais energia em outubro pode pagar valor final maior mesmo com bandeira verde. Da mesma forma, uma unidade que reduzir o consumo pode perceber economia superior ao valor correspondente apenas à bandeira.
A bandeira deixa de acrescentar custo em outubro, mas isso não altera automaticamente a tarifa-base da distribuidora.
Regra alcança consumidores sujeitos ao sistema em Rondônia
Em Rondônia, a bandeira verde alcança os consumidores cativos das distribuidoras que estão sujeitos ao Sistema de Bandeiras Tarifárias. A própria Aneel informa, porém, que consumidores localizados em sistemas isolados não são faturados por esse mecanismo.
Por isso, não é correto afirmar que absolutamente todas as unidades consumidoras do estado terão exatamente o mesmo enquadramento. Para quem está no sistema de bandeiras, outubro ficará sem cobrança adicional desse componente.
A Aneel informa que consumidores localizados em sistemas isolados não são faturados pelo Sistema de Bandeiras Tarifárias.
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Fonte e estágio da informação: bandeira tarifária de outubro confirmada pela Agência Nacional de Energia Elétrica em 25 de setembro de 2026. A bandeira verde retira a cobrança adicional da bandeira, mas não representa redução automática da tarifa-base nem garantia de queda no valor total da fatura. Consulte a comunicação oficial da Aneel e a página sobre bandeiras tarifárias.






























