A capacitação Família Acolhedora começa nesta terça-feira, 8 de setembro, e segue até sexta-feira, dia 11, sempre às 19h, no auditório do Sest/Senat. O encontro é voltado a famílias acolhedoras, profissionais da rede de proteção e demais interessados em conhecer melhor o serviço.
A programação aborda aspectos históricos, sociais, psicológicos e jurídicos do acolhimento familiar, além de experiências de famílias que já participam do serviço. A Prefeitura mantém canal oficial para informações e inscrições, mas não informa prazo final, número de vagas ou garantia de ingresso imediato nesta turma.
Capacitação começa nesta terça-feira
O capacitação Família Acolhedora terá encontros de 8 a 11 de setembro, às 19h. A atividade será realizada no auditório do Sest/Senat, na Rua da Beira, nº 6.290, bairro do Roque, em Porto Velho.
Capacitação Família Acolhedora: quem pode participar
A capacitação reúne famílias acolhedoras, profissionais da rede de proteção e pessoas interessadas em conhecer o funcionamento do serviço. Para quem deseja se tornar família acolhedora, a página oficial vigente informa critérios básicos como ter mais de 21 anos, não estar no cadastro de adoção, ter disponibilidade para cuidar, não possuir antecedentes criminais e morar em local com condições adequadas.
Esses critérios fazem parte do processo do capacitação Família Acolhedora, mas não significam habilitação automática. O cadastro inicial é apenas uma etapa e pode ser seguido por entrevistas, visitas, avaliação psicossocial e capacitação.
O que será abordado durante os encontros
A programação do capacitação Família Acolhedora inclui a história do acolhimento familiar, vínculos, inclusão, desenvolvimento infantojuvenil, trauma, aspectos jurídicos e o papel das famílias e da rede de proteção. Também estão previstos relatos de experiências de famílias acolhedoras de Porto Velho.
O objetivo é apresentar responsabilidades e etapas do acolhimento temporário sem transformar a formação em promessa de habilitação. A participação na atividade também não garante que haverá encaminhamento posterior de criança ou adolescente.

Capacitação Família Acolhedora não é habilitação automática
No capacitação Família Acolhedora, inscrição, avaliação, entrevistas ou visitas, capacitação e habilitação são etapas diferentes. Mesmo depois da habilitação, o acolhimento não ocorre automaticamente: depende de necessidade identificada pela rede e de decisão judicial.
A Prefeitura informa um canal de “informações e inscrições”, mas não publica prazo final específico para esta turma. Por isso, não é correto afirmar que um cadastro feito hoje garante participação nos encontros iniciados nesta terça-feira.
Família Acolhedora não é adoção
O acolhimento oferecido pelo capacitação Família Acolhedora é temporário. A criança ou adolescente permanece com uma família habilitada enquanto a rede de proteção acompanha a situação e busca, quando possível, o retorno à família de origem.
A adoção é uma medida diferente, de caráter permanente, e segue procedimento judicial próprio. A página oficial do serviço reforça que a família acolhedora não deve usar o acolhimento como caminho para adoção.
Quem quiser aprofundar o funcionamento geral pode consultar a matéria anterior do AgoraRO sobre o cadastro do serviço. Para esta capacitação, a referência prática continua sendo o telefone oficial e as orientações fornecidas pela equipe responsável.
Para acompanhar o serviço Família Acolhedora, a programação completa pode ser conferida na publicação oficial da Prefeitura de Porto Velho. Os critérios vigentes e o fluxo geral estão disponíveis na página oficial do Serviço Família Acolhedora.
Fonte: Prefeitura de Porto Velho / Semias e página oficial do Serviço Família Acolhedora.






























