segunda-feira, setembro 7, 2026
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Saúde na Escola alcança 61.215 estudantes em 144 unidades de Porto Velho

Programa leva vacinação, avaliações e prevenção às redes municipal e estadual e reforça primeiros socorros nas escolas.

Atividade de saúde e primeiros socorros em ambiente escolar em composição editorial sobre o Saúde na Escola
Composição editorial representa ações de prevenção e primeiros socorros no ambiente escolar.

O Saúde na Escola alcança atualmente 61.215 estudantes em Porto Velho, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). As ações chegam a 144 unidades de ensino, somando 135 escolas e nove extensões, com vacinação, avaliações, exames e orientações preventivas dentro do ambiente escolar.

A cobertura reúne as redes municipal e estadual e vai da educação infantil à Educação de Jovens e Adultos (EJA). O número de 61.215 representa o alcance informado para o programa e não deve ser interpretado como quantidade de consultas ou atendimentos médicos realizados.

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Saúde na Escola leva vacinação, exames e avaliações às unidades

As equipes desenvolvem ações de promoção e prevenção sem exigir que toda atividade comece com uma ida da família à Unidade Básica de Saúde. Entre as frentes citadas pela Semusa estão acompanhamento vacinal, exames, avaliações de saúde e orientações preventivas realizadas no próprio espaço escolar.

Esse trabalho aproxima a atenção básica da rotina de crianças, adolescentes, jovens e adultos que estudam na rede pública. Quando uma avaliação identifica necessidade de acompanhamento fora da escola, porém, o Saúde na Escola não substitui a rede básica nem os demais serviços do SUS.

Alcance atual informado pela Semusa
Estudantes
61.215 no alcance atual do programa
Unidades
144 no total
Escolas
135 escolas
Extensões
9 extensões

Redes municipal e estadual participam do Saúde na Escola em Porto Velho

A publicação mais recente da Semusa detalha 135 escolas participantes, sendo 101 municipais e 34 estaduais, além das nove extensões. O público vai da educação infantil à EJA, o que faz o programa atravessar diferentes idades e etapas da vida escolar.

Levar parte da prevenção para dentro dessas unidades reduz deslocamentos desnecessários em ações que podem ser organizadas no próprio ambiente de ensino. A lógica depende da integração entre Saúde e Educação e da participação das famílias, especialmente em temas como vacinação e continuidade do cuidado.

Faixa editorial sobre o Saúde na Escola e ações de prevenção em Porto Velho
Saúde na Escola alcança 61.215 estudantes e integra ações de prevenção e primeiros socorros. Composição editorial: AgoraRO.

Primeiros socorros e Lei Lucas reforçam a segurança nas escolas

A formação de servidores da Educação é outra frente ligada ao programa. Em 2 de setembro, a Prefeitura informou que mais de 600 profissionais já haviam sido capacitados. No dia seguinte, uma nova publicação atualizou o número para 662 servidores treinados em primeiros socorros.

As capacitações são realizadas em parceria com o projeto Samuzinho e seguem as diretrizes da Lei Lucas. Os profissionais recebem orientação sobre situações como engasgo, parada cardiorrespiratória, convulsão e sangramento, além de como acionar o Samu e prestar o atendimento inicial até a chegada de uma equipe especializada.

Primeiros socorros no ambiente escolar
Capacitados
662 servidores, segundo atualização de 3 de setembro
Parceria
Projeto Samuzinho
Base legal
Lei Federal nº 13.722/2018 — Lei Lucas

Saúde na Escola mantém ações contínuas de promoção e prevenção

A coordenação municipal informa que o programa trabalha com 14 ações de promoção da saúde. Entre os temas citados estão alimentação saudável, cidadania e direitos humanos, saúde mental, saúde sexual e reprodutiva e vacinação. A combinação muda conforme o planejamento conjunto das equipes e as necessidades de cada comunidade escolar.

Para as famílias, o principal efeito é ter prevenção mais perto da rotina de estudo, sem confundir o Saúde na Escola com uma estrutura paralela de atendimento. O programa funciona como ponte entre escola, equipes de saúde e responsáveis, enquanto consultas, tratamentos e acompanhamentos que exigem continuidade permanecem vinculados à rede do SUS.

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Fontes: Prefeitura de Porto Velho / Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).