Um curso gratuito e on-line sobre saúde mental em desastres está em oferta com foco na preparação de pessoas para oferecer suporte durante e após situações de emergência. A capacitação tem 14 horas, formato autoinstrucional e emissão de certificado após a conclusão de todos os módulos.
A formação integra o Proadi-SUS e é executada pelo Hospital Moinhos de Vento no projeto Recomeçar RS. O conteúdo aborda impactos dos desastres na saúde mental, escuta ativa, estratégias de enfrentamento, autocuidado, prevenção de conflitos e apoio às pessoas afetadas.
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➜ Quem pode fazer o curso sobre saúde mental em desastres
➜ Como funciona a formação gratuita e on-line
➜ O que o participante aprende nos módulos
Quem pode fazer o curso sobre saúde mental em desastres
O público da capacitação em saúde mental em desastres é amplo. A formação é voltada a profissionais e estudantes da saúde, assistência social, psicologia, educação, segurança pública e Defesa Civil, além de voluntários e lideranças comunitárias.
Também podem se interessar agentes religiosos, educadores populares, integrantes de organizações não governamentais, coletivos e cidadãos que atuem ou pretendam apoiar comunidades afetadas por situações de emergência.
A capacitação em saúde mental em desastres prepara para suporte em emergências e desastres. Ela não deve ser apresentada como habilitação profissional para exercer Psicologia ou atendimento clínico.
Como funciona a formação gratuita e on-line
O curso é totalmente on-line e autoinstrucional, permitindo que o participante avance pelos conteúdos conforme sua disponibilidade. A carga horária total é de 14 horas.
Quem concluir todos os módulos recebe certificado. A oferta é gratuita e faz parte do projeto Recomeçar RS, desenvolvido no âmbito do Proadi-SUS pelo Hospital Moinhos de Vento.
A formação é autoinstrucional e o certificado é emitido após a conclusão de todos os módulos previstos.
O que o participante aprende nos módulos
O conteúdo aborda os impactos que emergências e desastres podem provocar na saúde mental e apresenta estratégias de enfrentamento e suporte às pessoas afetadas.
Entre os temas estão escuta ativa, autocuidado, prevenção e manejo de conflitos e formas de oferecer apoio durante e depois de eventos críticos. O foco da formação em saúde mental em desastres é fornecer preparação para atuação de suporte, sem substituir atendimento especializado quando necessário.
A proposta é desenvolver habilidades de apoio, escuta e orientação em situações de emergência, respeitando os limites de atuação de cada participante.
Como o curso pode ser usado em emergências
O conteúdo pode ser útil para equipes públicas, profissionais, voluntários e lideranças que participam de respostas a enchentes, incêndios, deslocamentos de comunidades e outras situações críticas.
Em Rondônia, a formação em saúde mental em desastres pode ser aproveitada por pessoas que já atuam em serviços de saúde, assistência social, Defesa Civil e organizações comunitárias. Isso não significa, porém, que o curso tenha sido criado especificamente para o estado ou em resposta a uma emergência atual em Rondônia.
A formação nasceu no contexto do projeto Recomeçar RS, mas seu conteúdo pode ser aplicado a diferentes cenários de emergência e desastre no país.
O que ainda precisa ser conferido antes da inscrição
A oferta do curso está confirmada, mas a publicação oficial auditada não informa prazo final de inscrição, número total de vagas ou uma data específica para início das atividades.
Também não foi identificado no material auditado requisito mínimo de escolaridade. Por isso, interessados devem consultar a página oficial da formação para verificar as condições vigentes no momento da inscrição.
Como o curso é autoinstrucional, a tendência é que o participante organize o próprio ritmo de estudo, mas qualquer regra específica sobre prazo para conclusão deve ser confirmada diretamente na plataforma responsável pela oferta.
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Fonte e estágio da informação: o curso gratuito está em oferta, com 14 horas, formato on-line e certificado. Prazo final, número de vagas e data de início não foram informados na publicação auditada. Fonte: Ministério da Saúde / Proadi-SUS.





























